<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729</id><updated>2012-01-05T13:34:28.557-08:00</updated><title type='text'>UNIVERSO DE SOFOS</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>55</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-3500927209358790009</id><published>2011-05-23T12:54:00.003-07:00</published><updated>2011-05-23T12:55:39.811-07:00</updated><title type='text'>O BANQUETE - PLATÃO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Ph1n80fle9k/Tdq7kq0f71I/AAAAAAAAAP4/5rmnwu0Tg9o/s1600/250px-Banquet_scene_Louvre_G135.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 166px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Ph1n80fle9k/Tdq7kq0f71I/AAAAAAAAAP4/5rmnwu0Tg9o/s320/250px-Banquet_scene_Louvre_G135.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610002524487544658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Com efeito, parece-me os homens absolutamente não terem percebido o poder do amor, que se o percebessem, os maiores templos e altares lhe preparariam, e os maiores sacrifícios lhe fariam, não como agora que nada disso há em sua honra,quando mais que tudo deve haver. É ele com efeito o deus mais amigo do homem, protetor e médico desses males, de cuja cura dependeria sem dúvida a maior felicidade para o gênero humano. Tentarei eu portanto iniciar-vos em seu poder, e vós o ensinareis aos outros. Mas é preciso primeiro aprenderdes a natureza humana e as suas vicissitudes. Com efeito, nossa natureza outrora não era a mesma que a de agora, mas diferente. Em primeiro lugar, três eram os gêneros da humanidade, não dois como agora, o masculino e o feminino, mas também havia a mais um terceiro, comum a estes dois, do qual resta agora um nome, desaparecida a coisa; andrógino era então um gênero distinto, tanto na forma como no nome comum aos dois, ao masculino e ao feminino, enquanto agora nada mais é que um nome posto em desonra. Depois, inteiriça era a forma de cada homem, com o dorso redondo, os flancos em círculo; quatro mãos ele tinha, e as pernas o mesmo tanto das mãos, dois rostos sobre um pescoço torneado, semelhantes em tudo; mas a cabeça sobre os dois rostos opostos um ao outro era uma só, e quatro orelhas, dois sexos, e tudo o mais como desses exemplos se poderia supor. E quanto ao seu andar, era também ereto como agora, em qualquer das duas direções que quisesse; mas quando se lançavam a uma rápida corrida, como os que cambalhotando e virando as pernas para cima fazem uma roda, do mesmo modo, apoiando-se nos seus oito membros de então, rapidamente eles se locomoviam em círculo. Eis por que eram três os gêneros, e tal a sua constituição, porque o masculino de início era descendente do sol, o feminino da terra, e o que tinha de ambos era da lua, pois também a lua tem de ambos; e eram assim circulares, tanto eles próprios como a sua locomoção, por terem semelhantes genitores. Eram por conseguinte de uma força e de um vigor terríveis, e uma grande presunção eles tinham; mas voltaram-se contra os deuses, e o que diz Homero de Efialtes e de Oto é a eles que se refere, a tentativa de fazer uma escalada ao céu, para investir contra os deuses. Zeus então e os demais deuses puseram-se a deliberar sobre o que se devia fazer com eles, e embaraçavam-se; não podiam nem matá-los e, após fulminá-los como aos gigantes, fazer desaparecer-lhes a raça - pois as honras e os templos que lhes vinham dos homens desapareceriam — nem permitir-lhes que continuassem na impiedade. Depois de laboriosa reflexão, diz Zeus: “Acho que tenho um meio de fazer com que os homens possam existir, mas parem com a intemperança, tornados mais fracos. Agora com efeito, continuou, eu os cortarei a cada um em dois, e ao mesmo tempo eles serão mais fracos e também mais úteis para nós, pelo fato de se terem tomado mais numerosos; e andarão eretos, sobre duas pernas. Se ainda pensarem em arrogância e não quiserem acomodar-se, de novo, disse ele, eu os cortarei em dois, e assim sobre uma só perna eles andarão, saltitando.” Logo que o disse pôs-se a contar os homens em dois, como os que cortam as sorvas para a conserva, ou como os que cortam ovos com cabelo; a cada um que cortava mandava Apolo voltar-lhe o rosto e a banda do pescoço para o lado do corte, a fim de que, contemplando a própria mutilação, fosse mais moderado o homem, e quanto ao mais ele também mandava curar. Apolo torcia-lhes o rosto, e repuxando a pele de todos os lados para o que agora se chama o ventre, como as bolsas que se entrouxam, ele fazia uma só abertura e ligava-a firmemente no meio do ventre, que é o que chamam umbigo. As outras pregas, numerosas, ele se pôs a polir, e a articular os peitos, com um instrumento semelhante ao dos sapateiros quando estão polindo na forma as pregas dos sapatos; umas poucas ele deixou, as que estão à volta do próprio ventre e do umbigo, para lembrança da antiga condição. Por conseguinte, desde que a nossa natureza se mutilou em duas, ansiava cada um por sua própria metade e a ela se unia, e envolvendo-se com as mãos e enlaçando-se um ao outro, no ardor de se confundirem, morriam de fome e de inércia em geral, por nada quererem fazer longe um do outro. E sempre que morria uma das metades e a outra ficava, a que ficava procurava outra e com ela se enlaçava, quer se encontrasse com a metade do todo que era mulher - o que agora chamamos mulher — quer com a de um homem; e assim iam-se destruindo. Tomado de compaixão, Zeus consegue outro expediente, e lhes muda o sexo para a frente - pois até então eles o tinham para fora, e geravam e reproduziam não um no outro, mas na terra, como as cigarras; pondo assim o sexo na frente deles fez com que através dele se processasse a geração um no outro, o macho na fêmea, pelo seguinte, para que no enlace, se fosse um homem a encontrar uma mulher, que ao mesmo tempo gerassem e se fosse constituindo a raça, mas se fosse um homem com um homem, que pelo menos houvesse saciedade em seu convívio e pudessem repousar, voltar ao trabalho e ocupar-se do resto da vida. E então de há tanto tempo que o amor de um pelo outro está implantado nos homens, restaurador da nossa antiga natureza, em sua tentativa de fazer um só de dois e de curar a natureza humana. Cada um de nós portanto é uma parte complementar de um homem, porque cortado como os linguados, de um só em dois; e procura então cada um o seu próprio complemento. (...)Depois de ouvir essas palavras, sabemos que nem um só diria que não, ou demonstraria querer outra coisa, mas simplesmente pensaria ter ouvido o que há muito estava desejando, sim, unir-se e confundir-se com o amado e de dois ficarem um só. O motivo disso é que nossa antiga natureza era assim e nós éramos um todo; é portanto ao desejo e procura do todo que se dá o nome de amor. Anteriormente, como estou dizendo, nós éramos um só, e agora é que, por causa da nossa injustiça, fomos separados pelo deus, e como o foram os árcades pelos lacedemônios; é de temer então, se não formos moderados para com os deuses, que de novo sejamos fendidos em dois, e perambulemos tais quais os que nas estelas estão talhados de perfil, serrados na linha do nariz, como os ossos que se fendem. Pois bem, em vista dessas eventualidades todo homem deve a todos exortar à piedade para com os deuses, a fim de que evitemos uma e alcancemos a outra, na medida em que o Amor nos dirige e comanda. Que ninguém em sua ação se lhe oponha - e se opõe todo aquele que aos deuses se torna odioso – pois amigos do deus e com ele reconciliados descobriremos e conseguiremos o nosso próprio amado, o que agora poucos fazem.(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nascimento do Amor e a Filosofia&lt;br /&gt;Quando nasceu Afrodite, banqueteavam-se os deuses, e entre os demais se encontrava também o filho de Prudência, Recurso. Depois que acabaram de jantar, veio para esmolar do festim a Pobreza, e ficou pela porta. Ora, Recurso, embriagado com o néctar - pois vinho ainda não havia - penetrou o jardim de Zeus e, pesado, adormeceu. Pobreza então, tramando em sua falta de recurso engendrar um filho de Recurso, deita-se ao seu lado e pronto concebe o Amor. Eis por que ficou companheiro e servo de Afrodite o Amor, gerado em seu natalício, ao mesmo tempo que por natureza amante do belo, porque também Afrodite é bela. E por ser filho o Amor de Recurso e de Pobreza foi esta a condição em que ele ficou. Primeiramente ele é sempre pobre, e longe está de ser delicado e belo, como a maioria imagina, mas é duro, seco, descalço e sem lar, sempre por terra e sem forro, deitando-se ao desabrigo, às portas e nos caminhos, porque tem a natureza da mãe, sempre convivendo com a precisão. Segundo o pai, porém, ele é insidioso com o que é belo e bom, e corajoso, decidido e enérgico, caçador terrível, sempre a tecer maquinações, ávido de sabedoria e cheio ele recursos, a filosofar por toda a vida, terrível mago, feiticeiro, sofista: e nem imortal é a sua natureza nem mortal, e no mesmo dia ora ele germina e vive, quando enriquece; ora morre e de novo ressuscita, graças à natureza do pai; e o que consegue sempre lhe escapa, de modo que nem empobrece o Amor nem enriquece, assim como também está no meio da sabedoria e da ignorância. Eis com efeito o que se dá. Nenhum deus filosofa ou deseja ser sábio - pois já é -, assim como se alguém mais é sábio, não filosofa. Nem também os ignorantes filosofam ou desejam ser sábios; pois é nisso mesmo que está o difícil da ignorância, no pensar, quem não é um homem distinto e gentil, nem inteligente, que lhe basta assim. Não deseja portanto quem não imagina ser deficiente naquilo que não pensa lhe ser preciso.(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diotima explica para Sócrates a escala de graus do amor&lt;br /&gt; ( o Amor Platônico)&lt;br /&gt;São esses então os casos de amor em que talvez, ó Sócrates, também tu pudesses ser iniciado; mas, quanto à sua perfeita contemplação, em vista da qual é que esses graus existem, quando se procede corretamente, não sei se serias capaz; em todo caso, eu te direi, continuou, e nenhum esforço pouparei; tenta então seguir-me se fores capaz: deve com efeito,começou ela, o que corretamente se encaminha a esse fim, começar quando jovem por dirigir-se aos belos corpos, e em primeiro lugar, se corretamente o dirige o seu dirigente, deve ele amar um só corpo e então gerar belos discursos; depois deve ele compreender que a beleza em qualquer corpo é irmã da que está em qualquer outro, e que, se se deve procurar o belo na forma, muita tolice seria não considerar uma só e a mesma a beleza em todos os corpos; e depois de entender isso, deve ele fazer-se amante de todos os belos corpos e largar esse amor violento de um só, após desprezá-lo e considerá-lo mesquinho; depois disso a beleza que está nas almas deve ele considerar mais preciosa que a do corpo, de modo que, mesmo se alguém de uma alma gentil tenha todavia um escasso encanto, contente-se ele, ame e se interesse, e produza e procure discursos tais que tornem melhores os jovens; para que então seja obrigado a contemplar o belo nos ofícios e nas leis, e a ver assim que todo ele tem um parentesco comum, e julgue enfim de pouca monta o belo no corpo; depois dos ofícios é para o conhecimento que é preciso transportá-lo, a fim de que veja também a beleza do saber, e olhando para o belo já muito, sem mais amar como um doméstico a beleza individual de um rapaz, de um homem ou de uma só ocupação, não seja ele, nessa escravidão, miserável e um mesquinho discursador, mas voltado ao vasto oceano do belo e, contemplando-o, muitos discursos belos e magníficos ele produza, e reflexões, em inesgotável amor à sabedoria, até que aí robustecido e crescido contemple ele um certo conhecimento, único, tal que o seu objeto é o belo seguinte. Tenta agora, disse-me ela, prestar-me a máxima atenção possível. Aquele, pois, que até esse ponto tiver sido orientado para as coisas do amor, contemplando seguida e corretamente o que é belo, já chegando ao ápice dos graus do amor, súbito perceberá algo de maravilhosamente belo em sua natureza, aquilo mesmo, ó Sócrates, a que tendiam todas as penas anteriores, primeiramente sempre sendo, sem nascer nem perecer, sem crescer nem decrescer, e depois, não de um jeito belo e de outro feio, nem ora sim ora não, nem quanto a isso belo e quanto àquilo feio, nem aqui belo ali feio, como se a uns fosse belo e a outros feio; nem por outro lado aparecer-lhe-á o belo como um rosto ou mãos, nem como nada que o corpo tem consigo, nem como algum discurso ou alguma ciência, nem certamente como a existir em algo mais, como, por exemplo, em animal da terra ou do céu, ou em qualquer outra coisa; ao contrário, aparecer-lhe-á ele mesmo, por si mesmo, consigo mesmo, sendo sempre uniforme, enquanto tudo mais que é belo dele participa, de um modo tal que, enquanto nasce e perece tudo mais que é belo, em nada ele fica maior ou menor, nem nada sofre. Quando então alguém, subindo a partir do que aqui é belo, através do correto amor aos jovens, começa a contemplar aquele belo, quase que estaria a atingir o ponto final. Eis, com efeito, em que consiste o proceder corretamente nos caminhos do amor ou por outro se deixar conduzir: em começar do que aqui é belo e, em vista daquele belo, subir sempre, como que servindo-se de degraus, de um só para dois e de dois para todos os belos corpos, e dos belos corpos para os belos ofícios, e dos ofícios para os belos conhecimentos até que dos conhecimentos  acabe naquele conhecimento, que de nada mais é senão daquele próprio belo, e conheça enfim o que em si é belo. Nesse ponto da vida, meu caro Sócrates, continuou a estrangeira de Mantinéia, se é que em outro mais, poderia o homem viver, a contemplar o próprio belo. Se algum dia o vires, não é como ouro ou como roupa que ele te parecerá ser, ou como os rapazes e jovens atraentes, a cuja vista ficas agora aturdido e disposto, tu como outros muitos, contanto que vejam seus amados e sempre estejam com eles, a nem comer nem beber, se de algum modo fosse possível, mas a só contemplar e estar ao seu lado. Que pensamos então que aconteceria, disse ela, se a alguém ocorresse contemplar o próprio belo, nítido, puro, simples, e não repleto de carnes, humanas, de cores e outras muitas ninharias mortais, mas o próprio divino belo pudesse ele em sua forma única contemplar? Porventura pensas, disse, que é vida vã a de um homem a olhar naquela direção e aquele objeto, com aquilo com que deve, quando o contempla e com ele convive? Ou não consideras, disse ela, que somente então, quando vir o belo com aquilo com que este pode ser visto, ocorrer-lhe-á produzir não sombras de virtude, porque não é em sombra que estará tocando, mas reais virtudes, porque é no real que estará tocando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O que aconteceria se os homens se apercebessem do poder do amor?&lt;br /&gt;2. Como era a natureza humana primitiva?&lt;br /&gt;3. O que fizeram Zeus e os deuses com os ancestrais dos humanos e por que?&lt;br /&gt;4. A partir desse mito como explicar a idéia de “cara metade”?&lt;br /&gt;5. Por que o amor torna dois em um?&lt;br /&gt;6. Em que dia nasceu Amor e quem eram seus pais?&lt;br /&gt;7. Que características Amor recebeu de seus pais?&lt;br /&gt;8. Por que os deuses e os ignorantes não filosofam?&lt;br /&gt;9. Em que consiste proceder corretamente nos caminhos do amor?&lt;br /&gt;10. Quando é possível produzir reais virtudes?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-3500927209358790009?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/3500927209358790009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=3500927209358790009' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/3500927209358790009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/3500927209358790009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2011/05/o-banquete-platao.html' title='O BANQUETE - PLATÃO'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Ph1n80fle9k/Tdq7kq0f71I/AAAAAAAAAP4/5rmnwu0Tg9o/s72-c/250px-Banquet_scene_Louvre_G135.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-6584430491321715093</id><published>2011-02-23T12:43:00.000-08:00</published><updated>2011-02-23T12:49:45.726-08:00</updated><title type='text'>O EXISTENCIALISMO É UM HUMANISMO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-89JFH1_1Yaw/TWVy4SeL5eI/AAAAAAAAAPE/ilACHRVFV1k/s1600/sartre.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 258px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-89JFH1_1Yaw/TWVy4SeL5eI/AAAAAAAAAPE/ilACHRVFV1k/s320/sartre.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5576990024924915170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JEAN-PAUL SARTRE&lt;br /&gt;TRECHOS DO LIVRO&lt;br /&gt;O primeiro passo do existencialismo é o de pôr todo homem na posse do que ele é de submetê-lo à responsabilidade total de sua existência. Assim, quando dizemos que o homem é responsável por si mesmo, não queremos dizer que o homem é apenas responsável pela sua estrita individualidade, mas que ele é responsável por todos os homens. A palavra subjetivismo tem dois significados, e os nossos adversários se aproveitaram desse duplo sentido. Subjetivismo significa, por um lado, escolha do sujeito individual por si próprio e, por outro lado, impossibilidade em que o homem se encontra de transpor os limites da subjetividade humana. É esse segundo significado que constitui o sentido profundo do existencialismo. Ao afirmarmos que o homem se escolhe a si mesmo, queremos dizer que cada um de nós se escolhe, mas queremos dizer também que, escolhendo-se, ele escolhe todos os homens. De fato, não há um único de nossos atos que, criando o homem que queremos ser, não esteja criando, simultaneamente, uma imagem do homem tal como julgamos que ele deva ser. Escolher ser isto ou aquilo é afirmar, concomitantemente, o valor do que estamos escolhendo, pois não podemos nunca escolher o mal; o que escolhemos é sempre o bem e nada pode ser bom para nós sem o ser para todos. Se, por outro lado, a existência precede a essência, e se nós queremos existir ao mesmo tempo que moldamos nossa imagem, essa imagem é válida para todos e para toda a nossa época. Portanto, a nossa responsabilidade é muito maior do que poderíamos supor, pois ela engaja a humanidade inteira. Se eu sou um operário e se escolho aderir a um sindicato cristão em vez de ser comunista, e se, por essa adesão, quero significar que a resignação é, no fundo, a solução mais adequada ao homem, que o reino do homem não é sobre a terra, não estou apenas engajando a mim mesmo: quero resignar-me por todos e, portanto, a minha decisão engaja toda a humanidade. Numa dimensão mais individual, se quero casar-me, ter filhos, ainda que esse casamento dependa exclusivamente de minha situação, ou de minha paixão, ou de meu desejo, escolhendo o casamento estou engajando não apenas a mim mesmo, mas a toda a humanidade, na trilha da monogamia. Sou, desse modo, responsável por mim mesmo e por todos e crio determinada imagem do homem por mim mesmo escolhido; por outras palavras: escolhendo-me, escolho o homem.&lt;br /&gt;Tudo isso permite-nos compreender o que subjaz a palavras um tanto grandiloqüentes como angústia, desamparo, desespero. Como vocês poderão constatar, é extremamente simples. Em primeiro lugar, como devemos entender a angústia? O existencialista declara freqüentemente que o homem é angústia. Tal afirmação significa o seguinte: o homem que se engaja e que se dá conta de que ele não é apenas aquele que escolheu ser, mas também um legislador que escolhe simultaneamente a si mesmo e a humanidade inteira, não consegue escapar ao sentimento de sua total e profunda responsabilidade. É fato que muitas pessoas não sentem ansiedade, porém nós estamos convictos de que estas pessoas mascaram a ansiedade perante si mesmas, evitam encará-la; certamente muitos pensam que, ao agir, estão apenas engajando a si próprios e, quando se lhes pergunta: mas se todos fizessem o mesmo?, eles encolhem os ombros e respondem: nem todos fazem o mesmo. Porém, na verdade, devemos sempre perguntar-nos: o que aconteceria se todo mundo fizesse como nós? e não podemos escapar a essa pergunta inquietante a não ser através de uma espécie de má fé. Aquele que mente e que se desculpa dizendo: nem todo mundo faz o mesmo, é alguém que não está em paz com sua consciência, pois o fato de mentir implica um valor universal atribuído à mentira. Mesmo quando ela se disfarça, a angústia aparece. É esse tipo de angústia que Kierkegaard chamava de angústia de Abraão. Todos conhecem a história: um anjo ordena a Abraão que sacrifique seu filho. Está tudo certo se foi realmente um anjo que veio e disse: tu és Abraão e sacrificarás teu filho. Porém, para começar, cada qual pode perguntar-se: será que era verdadeiramente um anjo? ou: será que sou mesmo Abraão? Que provas tenho? Havia uma louca que tinha alucinações: falavam-lhe pelo telefone dando-lhe ordens. O médico pergunta: “Mas afinal, quem fala com você?” Ela responde: “Ele diz que é Deus”. Que provas tinha ela que, de fato, era Deus? Se um anjo aparece, como saberei que é um anjo? E se escuto vozes, o que me prova que elas vêm do céu e não do inferno, ou do subconsciente ou de um estado patológico? O que prova que elas se dirigem a mim? Quem pode provar-me que fui eu, efetivamente, o escolhido para impor a minha concepção do homem e a minha própria escolha à humanidade? Não encontrei jamais prova alguma, nenhum sinal que possa convencer-me. Se uma voz se dirige a mim, sou sempre eu mesmo que terei de decidir que essa voz é a voz do anjo; se considero que determinada ação é boa, sou eu mesmo que escolho afirmar que ela é boa e não má. Nada me designa para ser Abraão, e, no entanto, sou a cada instante obrigado a realizar atos exemplares. Tudo se passa como se a humanidade inteira estivesse de olhos fixos em cada homem e se regrasse por suas ações. E cada homem deve perguntar a si próprio: sou eu, realmente, aquele que tem o direito de agir de tal forma que os meus atos sirvam de norma para toda a humanidade? E, se ele não fazer a si mesmo esta pergunta, é porque estará mascarando sua angústia. Não se trata de uma angústia que conduz ao quietismo, à inação. Trata-se de uma angústia simples, que todos aqueles que um dia tiveram responsabilidades conhecem bem. Quando, por exemplo, um chefe militar assume a responsabilidade de uma ofensiva e envia para a morte certo número de homens, ele escolhe fazê-lo, e, no fundo, escolhe sozinho. Certamente, algumas ordens vêm de cima, porém são abertas demais e exigem uma interpretação: é dessa interpretação – responsabilidade sua – que depende a vida de dez, catorze ou vinte homens. Não é possível que não exista certa angústia na decisão tomada. Todos os chefes conhecem essa angústia. Mas isso não os impede de agir, muito pelo contrário: é a própria angústia que constitui a condição de sua ação, pois ela pressupõe que eles encarem a pluralidade dos possíveis e que, ao escolher um caminho, eles se dêem conta de que ele não tem nenhum valor a não ser o de ter sido escolhido. Veremos que esse tipo de angústia – a que o existencialismo descreve – se explica também por uma responsabilidade direta para com os outros homens engajados pela escolha. Não se trata de uma cortina entreposta entre nós e a ação, mas parte constitutiva da própria ação.&lt;br /&gt;Quando falamos de desamparo, expressão cara a Heidegger, queremos simplesmente dizer que Deus não existe e que é necessário levar esse fato às últimas conseqüências. O existencialista opõe-se frontalmente a certo tipo de moral laica que gostaria de eliminar Deus com o mínimo de danos possível. Quando, por volta de 1880, os professores franceses tentaram constituir uma moral laica, disseram mais ou menos o seguinte: Deus é uma hipótese inútil e dispendiosa; vamos suprimi-la: porém, é necessário – para que exista uma moral, uma sociedade, um mundo policiado – que certos valores sejam respeitados e considerados como existentes a priori; é preciso que seja obrigatório, a priori, ser honesto, não mentir, não bater na mulher, fazer filhos etc., etc. Vamos portanto realizar uma pequena manobra que nos permitirá demonstrar que esses valores existem, apesar de tudo, inscritos num céu inteligível, se bem que, como vimos, Deus não exista. É essa, creio eu, a tendência de tudo o que é chamado na França de radicalismo: por outras palavras, a inexistência de Deus não mudará nada; reencontramos as mesmas normas de honestidade, de progresso, de humanismo e teremos assim transformado Deus numa hipótese caduca, que morrerá tranqüilamente por si própria. O existencialista, pelo contrário, pensa que é extremamente incômodo que Deus não exista, pois, junto com ele, desaparece toda e qualquer possibilidade de encontrar valores num céu inteligível; não pode mais existir nenhum bem a priori, já que não existe uma consciência infinita e perfeita para pensá-lo; não está escrito em nenhum lugar que o bem existe, que devemos ser honestos, que não devemos mentir, já que nos colocamos precisamente num plano em que só existem homens. Dostoievski escreveu: “Se Deus não existisse, tudo seria permitido”. Eis o ponto de partida do existencialismo. De fato, tudo é permitido se Deus não existe, e, por conseguinte, o homem está desamparado porque não encontra nele próprio nem fora dela nada a que se agarrar. Para começar, não encontra desculpas. Com efeito, se a existência precede a essência, nada poderá jamais ser explicado por referência a uma natureza humana dada e definitiva; ou seja, não existe determinismo, o homem é livre, o homem é liberdade. Por outro lado, se Deus não existe, não encontramos, já prontos, valores ou ordens que possam legitimar a nossa conduta. Assim, não teremos nem atrás de nós, nem na nossa frente, no reino luminoso dos valores, nenhuma justificativa e nenhuma desculpa. Estamos sós, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado, porque não se criou a si mesmo, e como, no entanto, é livre, uma vez que foi lançado no mundo, é responsável por tudo o que faz. O existencialismo não acredita no poder da paixão. Ele jamais admitirá que uma bela paixão é uma corrente devastadora que conduz o homem, fatalmente, a determinados atos, e que, conseqüentemente, é uma desculpa. Ele considera que o homem é responsável por sua paixão. O existencialista não pensará nunca, também, que o homem pode conseguir o auxílio de um sinal qualquer que o oriente no mundo, pois considera que é o próprio homem quem decifra o sinal como bem entende. Pensa, portanto, que o homem, sem apoio e sem ajuda, está condenado a inventar o homem a cada instante. Ponge escreveu, num belíssimo artigo: “O homem é o futuro do homem”. É exatamente isso. Apenas, se por essas palavras se entender que o futuro está inscrito no céu, que Deus pode vê-lo, então a afirmação está errada, já que, assim, nem sequer seria um futuro. Se se entender que, qualquer que seja o homem que surja no mundo, ele tem um futuro a construir, um futuro virgem que o espera, então a expressão está correta. Porém, nesse caso, estamos desamparados. Tentarei dar-lhes um exemplo que permita compreender melhor o desamparo; contarei o caso de um dos meus alunos, que veio procurar-me nas seguintes circunstâncias: o pai estava brigando com a mãe e tinha tendências colaboracionistas; o irmão mais velho morrera durante a ofensiva alemã de 1940; e esse jovem, com sentimentos um pouco primitivos mas generosos, desejava vingá-lo. A mãe vivia só com ele, muito perturbada pela semitraição do pai e pela morte do filho mais velho, e ele era seu único consolo. Esse jovem tinha, naquele momento, a seguinte escolha: partir para a Inglaterra e alistar-se nas Forças Francesas Livres, ou seja abandonar a mãe, ou permanecer com a mãe e ajudá-la a viver. Ele tinha consciência de que a mãe só vivia em função dele e que o seu desaparecimento, talvez a sua morte, a mergulharia no desespero. Tinha também consciência de que, no fundo, cada ato que ele fazia em relação à mãe tinha uma resposta concreta, no sentido de que ele a ajudava a viver, enquanto cada ato que ele fizesse para partir e combater seria ambíguo, poderia perder-se na areia, não servir para nada; por exemplo: partindo para a Inglaterra, ele poderia permanecer indefinidamente num campo espanhol ao passar pela Espanha; poderia chegar à Inglaterra, ou a Argel, e ser colocado num escritório preenchendo papéis. Encontrava-se, assim, perante dois tipos de ação muito diferentes; uma delas concreta, imediata, porém dirigida a um só indivíduo; a outra, dirigida a um conjunto infinitamente mais vasto, uma coletividade nacional, mas, por isso mesmo, ambígua, e podendo ser interrompida a meio caminho. Simultaneamente, ele hesitava entre dois tipos de moral. De um lado, uma moral da simpatia, da devoção individual; e, de outro lado, uma moral mais ampla, mas de uma eficácia mais contestável. Precisava escolher uma das duas. Quem poderia ajudá-lo a escolher? A doutrina cristã? Não. A doutrina cristã diz: sede caridosos, amai o próximo, sacrificai-vos por vosso semelhante, escolhei o caminho mais árduo etc., etc. Mas qual é o caminho mais árduo? Quem devemos amar como irmão, o combatente ou a mãe? Qual a utilidade maior: aquela, vaga, de participar de um corpo de combate, ou a outra, precisa, de ajudar um ser específico a viver? Quem pode decidir a priori? Ninguém. Nenhuma moral estabelecida tem uma resposta. (...)Já que os valores são vagos e que eles são sempre amplos demais para o caso preciso e concreto que consideramos, só nos resta confiar em nosso instinto. Foi o que o jovem tentou fazer; e, quando nos encontramos, ele dizia: no fundo, o que conta é o sentimento; eu deveria escolher aquilo que verdadeiramente me impele em determinada direção. Se eu sentir que gosto da minha mãe o bastante para lhe sacrificar todo o resto – meu desejo de vingança, meu desejo de ação, meu desejo de aventuras –, fico com ela. Se, pelo contrário, eu sentir que meu amor por minha mãe não é suficiente, então eu parto. Mas como determinar o valor de um sentimento? O que é que constituía o valor do sentimento que ele tinha por sua mãe? Precisamente o fato de que ele permanecera, por ela. Posso dizer: amo tal amigo o suficiente para lhe sacrificar tal soma de dinheiro; mas só poderei dizê-lo se o fizer. Posso dizer: amo minha mãe o bastante para ficar junto dela; mas não posso determinar o valor dessa afeição a não ser, precisamente, que eu pratique um ato que a confirme e a defina. Ora, como eu desejo que esse afeto justifique os meus atos, acabo sendo arrastado num circulo vicioso.&lt;br /&gt;          Por outro lado, Gide disse, e muito bem, que um sentimento representado e um sentimento vivido são duas coisas quase indiscerníveis: decidir que amo minha mãe ficando junto dela, ou representar uma comédia que me levará a ficar, por causa de minha mãe, é mais ou menos a mesma coisa. Por outras palavras: o sentimento constrói-se através dos atos praticados; não posso, portanto, pedir-lhe que me guie. O que significa que não posso nem procurar em mim mesmo a autenticidade que me impele a agir, nem buscar numa moral os conceitos que me autorizam a agir. Vocês dirão: pelo menos, o jovem procurou o professor para pedir-lhe conselho. Porém, se vocês procurarem um padre, por exemplo, para que eles os aconselhe, vocês estarão escolhendo esse padre, e, no fundo, vocês já estarão sabendo, aproximadamente, o que ele lhes irá aconselhar. Ou seja: escolher o conselheiro é, ainda, engajar-se. A prova disso está em que, se vocês forem cristãos, dirão: consulte um padre. Existem, no entanto, padres colaboracionistas, padres oportunistas, padres resistentes. Qual deles escolher? E, se o jovem escolher um padre resistente ou um padre colaboracionista, já estará decidindo o tipo de conselho que irá receber. Assim, vindo procurar-me, ele sabia a resposta que eu lhe daria, e eu só tinha uma única resposta: você é livre; escolha, isto é, invente. Nenhuma moral geral poderá indicar-lhe o caminho a seguir; não existem sinais no mundo. Os católicos argüirão: sim, existem sinais. Admitamos que sim; de qualquer modo, ainda sou eu mesmo que escolho o significado que têm. Quando estive preso, conheci um homem assaz notável, que era jesuíta, havia ingressado na ordem dos jesuítas da seguinte forma: tinha experimentado uma série de dolorosos fracassos; ainda criança, seu pai morrera deixando-o pobre; entrou como bolsista numa instituição religiosa onde faziam questão de lembrar-lhe a todo instante que ele era aceito por caridade; em seguida, perdera diversas distinções honoríficas que tanto agradam às crianças; mais tarde, por volta dos dezoito anos, fracassou numa aventura sentimental; finalmente, aos vinte e dois anos, falhou em sua preparação militar, fato bastante pueril que, no entanto, constituiu a gota que fez transbordar o jarro. Esse jovem podia portanto considerar que fracassara em tudo; era um sinal, mas um sinal de quê? Poderia refugiar-se na amargura ou no desespero. Porém, muito habilmente para si próprio, considerou que seus insucessos eram um sinal de que ele não nascera para os triunfos seculares, e que só os triunfos da religião, da santidade, da fé, estavam ao seu alcance. Viu, portanto, nesse sinal, a vontade de Deus e ingressou na Ordem. Quem poderia deixar de perceber que a decisão sobre o significado do sinal foi tomada por ele e só por ele? Seria possível deduzir outra coisa dessa série de insucessos: por exemplo, que seria melhor se ele fosse carpinteiro ou revolucionário. Ele carrega, portanto, a total responsabilidade da decifração. O desamparo implica que somos nós mesmos que escolhemos o nosso ser. Desamparo e angústia caminham juntos. Quanto ao desespero, trata-se de um conceito extremamente simples. Ele significa que só podemos contar com o que depende da nossa vontade ou com o conjunto de probabilidades que tornam a nossa ação possível. Quando se quer alguma coisa, há sempre elementos prováveis. Posso contar com a vinda de um amigo. Esse amigo vem de trem ou de ônibus; sua vinda pressupõe que o ônibus chegará na hora marcada e que o trem não descarrilhará. Permaneço no reino das possibilidades; porém, trata-se de contar com os possíveis apenas na medida exata em que nossa ação comporta o conjunto desses possíveis. A partir do momento em que as possibilidades que estou considerando não estão diretamente envolvidas em minha ação, é preferível desinteressar-me delas, pois nenhum Deus, nenhum designo poderá adequar o mundo e seus possíveis à minha vontade. No fundo, quando Descartes afirmava: “É melhor vencermo-nos a nós mesmos do que ao mundo”, ele queria dizer a mesma coisa: agir sem esperança. Os marxistas, com quem conversei, retrucam-me: “Em sua ação, que estará, evidentemente, limitada por sua morte, você pode contar com a ajuda dos outros. Isso significa contar, simultaneamente, com o que os outros farão alhures para ajudá-lo, na China, na Rússia, e com o que eles farão mais tarde, depois de sua morte, para retomar sua ação e conduzi-la até sua completa realização, ou seja, à revolução. Você deve contar com isso, caso contrário estará demonstrando falta de moral”. Antes de mais nada devo dizer que contarei sempre com meus companheiros de luta, na medida em que esses companheiros estão engajados comigo numa luta concreta e comum, na unidade de um partido ou de um grupo que eu posso, em linhas gerais, controlar; ou seja, ao qual eu pertenço como militante, e de cujos movimentos estou ciente a cada instante. Nesse caso, contar com a unidade e com a vontade desse partido é exatamente como contar com o fato de que o ônibus chegará na hora certa e o trem não descarrilhará. Não posso, porém, contar com homens que não conheço, fundamentando-me na bondade humana ou no interesse do homem pelo bem-estar da sociedade, já que o homem é livre e que não existe natureza humana na qual possa me apoiar. Não sei qual será o futuro da revolução russa; posso admirá-la e tomá-la como exemplo, na medida em que tenho provas, hoje, de que o proletariado desempenha, na Rússia, um papel que ele não desempenha em nenhuma outra nação. Mas não posso afirmar que tal situação irá forçosamente conduzir ao triunfo do proletariado; devo ater-me ao que vejo; não posso ter certeza de que meus companheiros de luta retomarão o meu trabalho após minha morte para o conduzir à máxima perfeição, visto que esses homens são livres e decidirão livremente, amanhã, sobre o que será o homem; amanhã, após minha morte, alguns homens podem decidir instaurar o fascismo, e outros podem ser bastante covardes ou fracos para permitir que o façam; nesse momento, o fascismo será a verdade humana e pior para nós; na realidade, as coisas serão como o homem decidir que elas sejam. Isso significa que eu deva abandonar-me ao quietismo? De modo algum. Primeiro, tenho que me engajar; em seguida, agir segundo a velha fórmula: “não é preciso ter esperança para empreender”. Isso não quer dizer que eu não deva pertencer a um partido, mas que não deverei ter ilusões e que farei o melhor que puder. Por exemplo, se eu perguntar a mim mesmo: a coletivização, enquanto tal, será um dia implantada? Como vou saber? Sei apenas que farei tudo o que estiver ao meu alcance para que ela o seja; eu o farei; para além disso, não posso contar com mais nada. O quietismo é a atitude daqueles que dizem: os outros podem fazer o que eu não posso. A doutrina que lhes estou apresentando é justamente o contrário do quietismo, visto que ela afirma: a realidade não existe a não ser na ação; aliás, vai mais longe ainda, acrescentando: o homem nada mais é do que o seu projeto; só existe na medida em que se realiza; não é nada além do conjunto de seus atos, nada mais que sua vida. Em função disso, podemos entender por que nossa doutrina horroriza certo número de pessoas. Freqüentemente, elas dispõem de um único recurso para suportar a sua miséria, e é o de pensar o seguinte: “As circunstâncias estavam contra mim; eu valia muito mais do que aquilo que fui; é certo que não tive nenhum grande amor ou nenhuma grande amizade, mas foi porque não encontrei um homem ou uma mulher dignos de tal sentimento; se não escrevi livros muito bons, foi porque não tive tempo livre suficiente para fazê-lo; se não tive filhos a quem me dedicar, foi porque não encontrei o homem com quem teria podido construir a minha vida. Permaneceram, portanto, em mim, inutilizadas e inteiramente viáveis, uma porção de disposições, de inclinações, de possibilidades que me conferem um valor que o simples conjunto de meus atos não permitem inferir”. Ora, na verdade, para o existencialista, não existe amor senão aquele que se constrói; não há possibilidade de amor senão a que se manifesta num amor; não há gênio senão aquele que se expressa em obras de arte; o gênio de Proust é a totalidade das obras de Proust; o gênio de Racine é a série de tragédias que escreveu; para além disso, não há nada. Por que atribuir a Racine a possibilidade de escrever uma outra tragédia, se, justamente, ele não o fez? Um homem compromete-se com sua vida, desenha seu rosto e para além desse rosto, não existe nada. Evidentemente, tal pensamento pode parecer difícil de aceitar por alguém que tenha fracassado em seus projetos de vida. Mas, por outro lado, ele leva as pessoas a entenderem que só a realidade conta, que os sonhos, as esperas, as esperanças, só permitem que o homem se defina como sonho malogrado, como esperanças abortadas, como esperas inúteis; ou seja, que ele se defina em negativo e não em positivo; todavia, quando se diz: “tu nada mais és do que tua vida...”, isso não implica que o artista seja julgado unicamente por suas obras de arte; mil outras coisas contribuem igualmente para defini-lo. O que queremos dizer é que um homem nada mais é do que uma série de empreendimentos, que ele é a soma, a organização, o conjunto das relações que constituem esses empreendimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUESTÕES:&lt;br /&gt;1. Qual o primeiro passo do existencialismo?&lt;br /&gt;2. O que quer dizer para o existencialista:  “o homem é responsável por si mesmo”?&lt;br /&gt;3. Quais os dois sentidos da palavra subjetivismo?&lt;br /&gt;4. Explique porque o homem vive em angústia?&lt;br /&gt;5. Por que a angustia  se constitui a condição da ação?&lt;br /&gt;6. O que o existencialista quer dizer quando fala em desamparo?&lt;br /&gt;7. O que implica para os homens a não existência de Deus?&lt;br /&gt;8. Como se explica o desespero para o existencialista?&lt;br /&gt;9. Explique o que quer dizer: “a realidade não existe a não ser na ação”.&lt;br /&gt;10. Que recurso as pessoas utilizam para suportar suas misérias?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-6584430491321715093?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/6584430491321715093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=6584430491321715093' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6584430491321715093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6584430491321715093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2011/02/o-existencialismo-e-um-humanismo.html' title='O EXISTENCIALISMO É UM HUMANISMO'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-89JFH1_1Yaw/TWVy4SeL5eI/AAAAAAAAAPE/ilACHRVFV1k/s72-c/sartre.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-7002607523473785817</id><published>2011-02-13T14:51:00.000-08:00</published><updated>2011-02-13T14:55:08.206-08:00</updated><title type='text'>A Alegoria da Caverna / Platão</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vy47r88Z1cE/TVhhQfhejFI/AAAAAAAAAO8/mIgHI5WEa3c/s1600/platao.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 222px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-vy47r88Z1cE/TVhhQfhejFI/AAAAAAAAAO8/mIgHI5WEa3c/s320/platao.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573311474838703186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;In: PLATÃO. A república. Trad. de Enrico Corvisieri. São Paulo: Nova Cultural, 1997, p.225-8.&lt;br /&gt;Sócrates:  (...) Imagina homens numa morada subterrânea, em forma de caverna, com uma entrada aberta à luz; esses homens estão aí desde a infância, de pernas e pescoços acorrentados, de modo que não podem mexer-se nem ver senão o que está diante deles, pois as correntes os impedem de voltar a cabeça; a luz chega-lhes de uma fogueira acesa numa colina que se ergue por detrás deles; entre o fogo e os prisioneiros passa uma estrada ascendente. Imagina que ao longo dessa estrada está construído um pequeno muro, semelhante às divisórias que os apresentadores armam diante de si e por cima das quais exibem as suas maravilhas.&lt;br /&gt;Glauco:  Estou vendo.&lt;br /&gt;Sócrates : Imagina agora, ao longo desse pequeno muro, homens que transportam objetos de toda espécie, que o transpõem: estatuetas de homens e animais, de pedra, madeira e toda espécie de matéria; naturalmente, entre esses transportadores, uns falam e outros seguem em silêncio.&lt;br /&gt;Glauco: Um quadro estranho e estranhos prisioneiros.&lt;br /&gt;Sócrates: Assemelham-se a nós. E , para começar, achas que, numa tal condição, eles tenham alguma vez visto, de si mesmos e dos seus companheiros, mais do que sombras projetadas pelo fogo na parede da caverna que lhes fica defronte?&lt;br /&gt;Glauco: Como, se são obrigados a ficar de cabeça imóvel durante toda a vida?&lt;br /&gt;Sócrates: E como as coisas que desfilam? Não se passa o mesmo?&lt;br /&gt;Glauco: Sem dúvida.&lt;br /&gt;Sócrates: Portanto, se pudessem se comunicar uns com os outros, não achas que tornariam por objetos reais as sombras que veriam?&lt;br /&gt;Glauco: É bem possível.&lt;br /&gt;Sócrates: E se a parede do fundo da prisão provocasse eco, sempre que um dos transportadores falasse, não julgariam ouvir a sombra que passasse diante deles?&lt;br /&gt;Glauco: Sim, por Zeus!&lt;br /&gt;Sócrates: Dessa forma, tais homens não atribuirão realidade senão às sombras dos objetos fabricados.&lt;br /&gt;Glauco: Assim terá de ser.&lt;br /&gt;Sócrates: Considera agora o que lhes acontecerá, naturalmente, se forem libertados das suas cadeias e curados da sua ignorância. Que se liberte um desses prisioneiros, que seja ele obrigado a endireitar-se imediatamente, a voltar o pescoço, a caminhar, a erguer os olhos para a luz: ao fazer todos esses movimentos sofrerá, e o deslumbramento impedi-lo-á de distinguir os objetos de que antes via as sombras. Que achas que responderá se alguém lhe vier dizer que não viu até então senão fantasmas, mas que agora, mais perto da realidade e voltado para objetos mais reais, vê com mais justeza? Se, enfim, mostrando-lhe cada uma das coisas que passam, o obrigar, à força de perguntas, a dizer o que é? Não achas que ficará embaraçado e que as sombras que via outrora lhe parecerão mais verdadeiras do que os objetos que lhe mostram agora?&lt;br /&gt;Glauco: Muito mais verdadeiras.&lt;br /&gt;Sócrates: E se o forçarem a fixar a luz, os seus olhos não ficarão magoados? Não desviará ele a vista  para voltar às coisas que pode fitar e não acreditará que estas são realmente mais distintas do que as que se lhe mostram?&lt;br /&gt;Glauco: Com toda certeza.&lt;br /&gt;Sócrates: E se o arrancarem à força da sua caverna, o obrigarem a subir a encosta rude e escarpada e não o largarem antes de o terem arrastado até a luz do Sol, não sofrerá vivamente e não se queixará de tais violências? E,quando tiver chegado à luz, poderá  com os olhos ofuscados pelo seu brilho, distinguir uma só das coisas que ora denominamos verdadeiras?&lt;br /&gt;Glauco: Não o conseguirá, pelo menos de início.&lt;br /&gt;Sócrates: Terá, creio eu, necessidade de se habituar a ver os objetos da região superior. Começará por distinguir mais facilmente as sombras; em seguida, as imagens dos homens e dos outros objetos que se refletem nas águas; por último, os próprios objetos. Depois disso, poderá, enfrentando a claridade dos astros e da Lua, contemplar mais facilmente, durante a noite, os corpos celestes e o próprio céu do que, durante o dia, o Sol e a sua luz.&lt;br /&gt;Glauco: Sem dúvida.&lt;br /&gt;Sócrates: Por fim, suponho  eu, será o Sol, e não as suas imagens refletidas nas águas ou em qualquer outra coisa, mas o próprio Sol, no seu verdadeiro lugar, que poderá ver e contemplar tal como é.&lt;br /&gt;Glauco: Necessariamente.&lt;br /&gt;Sócrates: Depois disso, poderá concluir, a respeito do Sol, que é ele que faz as estações e os anos, que governa tudo no mundo visível e que, de certa maneira, é a causa de tudo o que ele via com os seus companheiros de cativeiro, não achas que se alegrará com a mudança e lamentará os que lá ficaram?&lt;br /&gt;Glauco: Sim, com certeza, Sócrates.&lt;br /&gt;Sócrates: E se então distribuíssem honras e louvores, se tivessem recompensas para aquele que se apercebesse, com o olhar mais vivo, da passagem das sombras, que melhor se recordasse das que costumavam chegar em primeiro ou último lugar, ou virem juntas, e que por isso era o mais hábil em adivinhar a sua aparição, e que provocasse a inveja daqueles que, entre os prisioneiros, são venerados e poderosos? Ou então, como o herói de Homero, não preferirá mil vezes ser um simples criado de charrua, a serviço de um pobre lavrador, e sofrer tudo no mundo, a voltar às antigas ilusões e viver como vivia?&lt;br /&gt;Glauco: Sou da tua opinião. Preferirá sofrer tudo a ter de viver dessa maneira.&lt;br /&gt;Sócrates: Imagina ainda que esse homem volta à caverna e vai sentar-se no seu antigo lugar: não ficará com os olhos cegos pelas trevas ao se afastar bruscamente da luz do Sol?&lt;br /&gt;Glauco: Por certo que sim.&lt;br /&gt;Sócrates: E se tiver de entrar de novo em competição com os prisioneiros que não se libertaram de suas correntes, para julgar essas sombras, estando ainda sua vista confusa e antes que os seus olhos se tenham recomposto, pois habituar-se à escuridão exigirá um tempo bastante longo, não fará que os outros se riam à sua custa e digam que, tendo ido lá acima, voltou com a vista estragada, pelo que não vale a pena tentar subir até lá? E se a alguém tentar libertar e conduzir para o alto, esse alguém não o mataria, se pudesse fazê-lo?&lt;br /&gt;Glauco: Sem nenhuma dúvida.&lt;br /&gt;Questões:&lt;br /&gt;1) Como era a caverna descrita no texto?&lt;br /&gt;2) Explique como foi o processo de libertação do prisioneiro;&lt;br /&gt;3) Por que o ex- prisioneiro voltou a caverna?&lt;br /&gt;4) Como os prisioneiros reagiram diante da tentativa do ex-prisioneiro em libertá-los?&lt;br /&gt;5) Por que existem pessoas vivendo dentro de caverna e que não se importam com isto, não se questionam?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-7002607523473785817?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/7002607523473785817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=7002607523473785817' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/7002607523473785817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/7002607523473785817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2011/02/alegoria-da-caverna-platao.html' title='A Alegoria da Caverna / Platão'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-vy47r88Z1cE/TVhhQfhejFI/AAAAAAAAAO8/mIgHI5WEa3c/s72-c/platao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-5007494746262651531</id><published>2009-11-24T05:00:00.000-08:00</published><updated>2009-11-27T05:02:46.635-08:00</updated><title type='text'>Mesmidade e Ipseidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/Sw_N2fZl2FI/AAAAAAAAAOc/Qbe7MGPujHM/s1600/RicoeurPaul.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 293px; FLOAT: left; HEIGHT: 195px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408768013520722002" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/Sw_N2fZl2FI/AAAAAAAAAOc/Qbe7MGPujHM/s320/RicoeurPaul.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para  Paul Ricoeur o homem participava de duas dimensões: social e moral. Tanto em uma como em outra, o que o definia como indivíduo era a "linguagem". Linguagem que possibilitava o pensamento, a interpretar e dizer o mundo, e também instituir o indivíduo. Para discorrer sobre o sujeito social Ricouer constituiu o conceito de "mesmidade" e para pensar o sujeito moral autônomo e independente, o de "ipseidade". Mesmidade indicava o que tornava esse sujeito um ente social, da espécie humana,como era dito pelos outros. Entrava em relevo as decrições definidas( forma de categorizar o indivíduo e formar um núcleo social, ex: o garoto que faz as tarefas, a garota que gosta de ouvir música,etc.), os nomes próprios (para agregar em núcleos deparentescos, ex: Marcelo Sousa e Maria Sousa,etc.) e os indicadores ( o uso de pronomes que cri nucleos de relações, ex: pronomes: eu, tu,ele, nós,etc; advérbios de lugar: aqui, ali , acolá; advérbios de tempo: hoje, amanhã, agora, ontem; adveérbios de modo: bem, mal, melhor,etc.).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas o que diferenciava o indivíduo de todos os outros da sociedade? O que fazia com que este fosse alguém singular e insubistituível? A sua ipseidade! Ipseidade seria aquilo que caracteriza o indivíduo como ser único, singular, como nenhum outro era, o que o mesmo dizia de si. Para tal era necessário as narrativas e as promessas. As narrativas seriam a história de vida contada pelo indivíduo e que o distinguia de todos os demais, enquanto as promessas seriam a junção entre a fala e a atividade correspondente. Nesta última teríamos como conhecer o indivíduo pela maneira como fala, sobre o que fala, sobre a relevância dessa e o cumprimento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ricoeur reconhecia a influencia da natureza, da edcação e de nossas ecolhas e propunha um caminho ético pautado pelo cuidado de si mesmo levando em conta a linguagem, a história de vida e a concomitância entre a fala e a ação.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-5007494746262651531?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/5007494746262651531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=5007494746262651531' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/5007494746262651531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/5007494746262651531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2009/11/mesmidade-e-ipseidade.html' title='Mesmidade e Ipseidade'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/Sw_N2fZl2FI/AAAAAAAAAOc/Qbe7MGPujHM/s72-c/RicoeurPaul.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-7647393483632502485</id><published>2009-11-03T06:01:00.001-08:00</published><updated>2009-11-03T06:29:47.637-08:00</updated><title type='text'>A ética utilitarista de Bentham e Stuart Mill</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SvA-MqmvkqI/AAAAAAAAAOU/2t4BJBNP6u0/s1600-h/jbcat20.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 274px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399884340533367458" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SvA-MqmvkqI/AAAAAAAAAOU/2t4BJBNP6u0/s320/jbcat20.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao falarmos de utilitarismo, não podemos deixar de fazer menção de dois mentores ingleses dessa vertente ética: Jeremy Bentham(1748-1832) e John Stuart Mill(1806-1873).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O objetivo dos utilitaristas era propiciar o maximo de felicidade possivel para o maior número de pessoas, e o minimo de dor para o menor número de pessoas. Desse modo a felicidade estava ligada ao prazer e a infelicidade a dor.Era preciso então proceder ao cálculo dos prazeres de acordo com Bentham e saber diferenciar entre prazeres superiores e inferiores para Stuart Mill.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para o cálculo dos prazeres Bentham estabelceu sete variáveis: intensidade (grau de desfrute do prazer), duração (extensão do tempo do início até o término do prazer), certeza ou incerteza (probabilidade do prazer acontecer),proximidade ou longinquidade(intervalo de tempo que decorre do prazer satisfeito),fecundidade( probabilidade do prazer ou a dor multiplicarem-se respectivamente em outros prazeres e dores), pureza ( probabilidade de não serem seguidos de sensações opostas, do prazer a dor e vice-versa) e extensão ( o número de indivíduos afetados pelo meu desfrute). Stuart Mill ao invés de quantificar o prazer, procurava qualificá-lo para isso dividiu em prazeres superiores (os relacionados ao intelecto, a estética e a sociedade) e os inferiores (relacionados aos desejos do corpo). Outra divisão feita por Mill foi a do considerado "útil" e do "expediente". "Útil" seria o que contribui para a felicidade geral, enquanto "expediente" o que serviria a um fim próximo qualquer. Enfim, os dois filosofos completam-se em suas concepções éticas e contribuem para o desenvolvimento de uma sociedade mais solidária.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-7647393483632502485?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/7647393483632502485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=7647393483632502485' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/7647393483632502485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/7647393483632502485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2009/11/etica-utilitarista-de-bentham-e-stuart.html' title='A ética utilitarista de Bentham e Stuart Mill'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SvA-MqmvkqI/AAAAAAAAAOU/2t4BJBNP6u0/s72-c/jbcat20.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-6325537755621332188</id><published>2009-09-28T16:42:00.000-07:00</published><updated>2009-09-29T08:44:03.065-07:00</updated><title type='text'>Ética em Foucault</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SsIrH_PIw4I/AAAAAAAAAOM/vflAPo1B4x0/s1600-h/61988-004-DDE63C75.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 234px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5386915520522535810" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SsIrH_PIw4I/AAAAAAAAAOM/vflAPo1B4x0/s320/61988-004-DDE63C75.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;P&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;ara pensar a ética, Foucault recorre aos gregos do século V e IV a.C.. Era muito importante para o grego sua prática política e econômica, e para bem desempenhar suas funções era essencial cuidar de si próprio. Somente um homem livre, construtor de sua própria vida, determinante de suas próprias razões e ações poderia desempenhar suas funções na polis (cidade-Estado) de forma adequada. Para o grego tomar as rédeas da própria vida era como construir uma obra de arte, esculpir uma vida bela. Ética nesse sentido era um modo de relacionamento do indivíduo consigo mesmo, não como no cristianismo que instituia uma moral como obediência a um sistema de regras. Sendo assim entre os gregos era possível a variabilidade e a diversidade, o que não ocorria no cristianismo que buscava a obediência e a uniformidade. Tomando como base a ética grega Foucault desenvolveu o conceito de "Éstética Existencial". "Estética" porque remete a arte (conjunto aberto e variável de técnicas de construção e criação), e nese sentido cabe ao indivíduo produzir e gerenciar a própria vida exercendo sua maioridade intelectual sem recorrer a dogmas e "autoridades". "Existencial" porque o indivíduo se constitui como livre que é, na experiência. Isso implica duas coisas: ter uma atitude limite e uma experimental. Não podemos ignorar o tecido social no qual estamos inseridos, mas aprender a vê-lo como histórico, singular, contingente e arbitrário e jamais como universal, necessário e obrigatório. Isso nos remete a outra parte da experiência, a atitude experimental, onde a guisa do que sabemos exercitamos nossa liberdade transgredindo os limites que são impostos sobre nossa vida, e em especial o discruso fascista e totalitário que domina, anula nosso eu e visa uniformizar comportamentos. É importante destacar que o indivíduo não tem uma atitude limite e experimental mudando seu modo de ser sem mudar sua relação consigo, com os outros e com a verdade ( o saber).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-6325537755621332188?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/6325537755621332188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=6325537755621332188' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6325537755621332188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6325537755621332188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2009/09/etica-em-foucault.html' title='Ética em Foucault'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SsIrH_PIw4I/AAAAAAAAAOM/vflAPo1B4x0/s72-c/61988-004-DDE63C75.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-7120580565802465686</id><published>2009-09-16T07:44:00.001-07:00</published><updated>2009-09-16T08:04:17.421-07:00</updated><title type='text'>A Liberdade em Sartre</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SrD9sjz4XMI/AAAAAAAAAOE/cs_qAG3cXyo/s1600-h/jean-paul-satre.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 166px; FLOAT: left; HEIGHT: 193px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382080496676658370" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SrD9sjz4XMI/AAAAAAAAAOE/cs_qAG3cXyo/s320/jean-paul-satre.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Liberdade é a capacidade de escolher entre duas ou mais possibilidades. Para o filósofo existencialista Jean-Paul Sartre a liberdade é total. O indivíduo está condenado à liberdade. Não há como escapar da liberdade. Por todo lado, é preciso escolher. Estamos lançados no mundo e temos a responsabilidade de projetar com nossas escolhas e ações o que queremos ser. Não há modelo a seguir, não há Deus para determinar uma natureza humana, não há algum ideal transcendente a que nos devemos firmar. A culpa pelo nosso comportamento não pode ser lançada na contabilidade da sociedade, da família ou da igreja! Se eximir da própria responsabilidade de se construir a si mesmo, de fazer escolhas, é má-fé. Até mesmo quando o indívíduo, decide não escolher, está escolhendo, porque escolheu não escolher. Dentro do seu campo de escolhas o indivíduo se angustia, porque é preciso escolher entre possibilidades, isso significa tomar uma e abandonar outras, que de certa forma poderiam ou não ser melhores. Além disso, cada escolha é um compromisso, é um testificar diante das demais pessoas, que aquela escolha naquele momento foi para nós a melhor opção, e que as pessoas poderiam fazer o mesmo. Isso significa também que os outros com quem convivemos nos observam, mas esse olhar não é neutro. As pessoas nos objetivam, nos reificam. e nos definem, tornando-nos aos seus olhos objetos, fixando-nos com rótulos e de certa forma tratando o ser livre como não-livre, como coisa definivel, dada, acabada e pronta. Tal atitude é geradora de conflito, por isso Sartre diz que "o inferno são os outros". Afim de evitar maiores problemas, cabe a cada um de nós respeitar a liberdade do outro, viver assumindo a responsabilidade pelo próprio caráter e colaborando com isso para construir um mundo melhor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-7120580565802465686?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/7120580565802465686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=7120580565802465686' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/7120580565802465686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/7120580565802465686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2009/09/liberdade-em-sartre.html' title='A Liberdade em Sartre'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SrD9sjz4XMI/AAAAAAAAAOE/cs_qAG3cXyo/s72-c/jean-paul-satre.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-5585181445521710387</id><published>2009-09-16T06:53:00.001-07:00</published><updated>2009-09-20T20:31:57.454-07:00</updated><title type='text'>Filósofo do Mês: Wittgenstein</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SrD3GM88tdI/AAAAAAAAAN8/n4AvjZDzEE0/s1600-h/wittgenstein.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 130px; FLOAT: left; HEIGHT: 167px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382073240635880914" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SrD3GM88tdI/AAAAAAAAAN8/n4AvjZDzEE0/s320/wittgenstein.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No trecho abaixo, extraído do livro "Investigações Filosóficas", o filósofo austríaco desenvolve o conceito de 'jogos de linguagem', mostrando que a tarefa da filosofia é romper com toda superstição que a linguagem possa engendrar, deixando de lado a busca de uma essencia que a linguagem tenha, e ao invés disso buscando um entendimento de como ela funciona.A linguagem tem múltiplas e variadas funções práticas que são verdadeira formas de vida, o que poderia-se inferir que o que chamamos de linguagem é um conjunto de "jogos de linguagem".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"A questão 'o que realmente uma palavra?' é análoga a 'o que é uma figura de xadrez?'. Era certo dizer que nossas considerações não deviam ser considerações científicas. A experiência ' de que isto ou aquilo possa ser pensado contra nosso preconceito' - o que quer que isso signifique - não podia nos interessar.(A concepção peneumática do pensamento.)E não devemos construir nenhuma espécia de teoria. Não deve haver nada de hipotético nas nossas considerações. Toda elucidação deve desaparecer e ser substituída apenas por descrição. E esta descrição recebe sua luz, isto é, sua finalidade, dos problemas filosóficos. Estes problemas não são empíricos, mas são resolvidos por meio de um exame do trabalho de nossa linguagem e de tal modo que este seja reconhecido: contra o impulso de mal compreendê-lo. Os problemas são resolvidos não pelo acúmulo de novas experiências, mas pela combinação do que é já há muito tempo conhecido. A filosofia é uma luta contra o enfeitiçamento do nosso entendimento pelos meios de nossa linguagem. 'A linguagem (ou pensamento) é algo único' - isto se revela como uma superstição (não erro!) produzida mesmo por ilusões gramaticais. E sobre essas ilusões, sobre esses problemas é que recai o pathos. Os problemas que nascem de uma má interpretação de nossas formas lingüisticas têm o caráter da profundidade. São inquietações profundas; estão enraizadas tão profundamente em nós quanto as formas de nossa linguagem, e sua importãncia é tão grande como a denossa linguagem."(Investigações Filosóficas §109, §110, § 111)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-5585181445521710387?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/5585181445521710387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=5585181445521710387' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/5585181445521710387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/5585181445521710387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2009/09/filosofo-do-mes-wittgenstein.html' title='Filósofo do Mês: Wittgenstein'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SrD3GM88tdI/AAAAAAAAAN8/n4AvjZDzEE0/s72-c/wittgenstein.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-6188549673652384199</id><published>2009-05-23T13:59:00.000-07:00</published><updated>2009-05-23T14:03:32.577-07:00</updated><title type='text'>Texto para trabalho: 1º Ano do Ensino Médio</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/ShhkZZjM03I/AAAAAAAAAN0/Kb2RFVR9lVo/s1600-h/6236_648.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339127745765757810" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 230px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/ShhkZZjM03I/AAAAAAAAAN0/Kb2RFVR9lVo/s320/6236_648.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;O mundo de SofiaDe Jostein GaarderCia. das Letras, São Paulo, 1998Tradução de João Azenha Jr.&lt;br /&gt;Capítulo 9 (Excerto)Platão&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O ETERNAMENTE VERDADEIRO, ETERNAMENTE BELO E ETERNAMENTE BOM&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;No início deste nosso curso de filosofia, eu lhe disse que o interessante é perguntar pelo projeto de determinado filósofo. Nesse sentido, o que será que Platão queria investigar?&lt;br /&gt;Para resumir em poucas palavras: Platão interessava-se pela relação entre aquilo que, de um lado, é eterno e imutável, e aquilo que, de outro, “flui”. (...) Você está acompanhando, Sofia? Platão se interessava tanto pelo que é eterno e imutável na natureza quanto pelo que é eterno e imutável na moral e na sociedade. Sim… para Platão tratava-se, em ambos os casos, de uma mesma coisa. Ele tentava entender uma “realidade” que fosse eterna e imutável. E, para ser franco, é para isto que os filósofos existem. Eles não estão preocupados em eleger a mulher mais bonita do ano, ou os tomates mais baratos do fim de feira. (E exatamente por isso nem sempre são vistos com bons olhos!) Os filósofos não se interessam muito por essas coisas efêmeras e cotidianas. Eles tentam mostrar o que é “eternamente verdadeiro”, “eternamente belo” e “eternamente bom”.&lt;br /&gt;Com isto podemos ter uma vaga idéia dos contornos do projeto filosófico de Platão. A partir de agora vamos tratar de um ponto de cada vez. Vamos tentar entender um raciocínio extraordinário, que deixou marcas profundas em toda a filosofia européia surgida depois.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O MUNDO DAS IDÉIAS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Platão achava que tudo o que podemos tocar e sentir na natureza “flui”. Não existe, portanto, um elemento básico que não se desintegre. Absolutamente tudo o que pertence ao “mundo dos sentidos” é feito de um material sujeito à corrosão do tempo. Ao mesmo tempo, tudo é formado a partir de uma forma eterna e imutável.&lt;br /&gt;Entendeu? Tudo bem, não entendeu…&lt;br /&gt;Por que todos os cavalos são iguais, Sofia? Talvez você ache que eles não são iguais. Mas existe algo que é comum a todos os cavalos; algo que garante que nós jamais teremos problemas para reconhecer um cavalo. Naturalmente, o “exemplar” isolado do cavalo, este sim “flui”, “passa”. Ele envelhece e fica manco, depois adoece e morre. Mas a verdadeira “forma do cavalo” é eterna e imutável.&lt;br /&gt;Para Platão, este aspecto eterno e imutável não é, portanto, um “elemento básico” físico. Eternos e imutáveis são os modelos espirituais ou abstratos, a partir dos quais todos os fenômenos são formados.(...)&lt;br /&gt;Se você já entendeu o que estou dizendo, pode pular este parágrafo. Caso não tenha entendido, vou tentar ser mais claro: digamos que você pegue uma caixa cheia de peças de Lego e construa um cavalo. Depois você desmancha o que fez e recoloca as peças de volta na caixa. Você não pode esperar obter outro cavalo apenas chacoalhando a caixa de peças. Afinal, como é que as peças de Lego podem produzir um cavalo por si mesmas? Não… você é que tem que montar o cavalo novamente, Sofia. E se você conseguir, isto significa que na sua cabeça você tem uma imagem do que seja um cavalo. O cavalo de Lego foi formado, portanto, a partir de uma imagem padrão que permanece inalterada de cavalo para cavalo.&lt;br /&gt;Você não chegou a uma conclusão semelhante sobre os cinqüenta bolos iguais? Vamos imaginar agora que você caia do espaço na Terra e nunca tenha visto uma padaria. Então você passa pela vitrine muito convidativa de uma padaria e vê sobre um tabuleiro cinqüenta broas exatamente iguais, todas em forma de anõezinhos. Suponho que, nessas condições, você vá coçar a cabeça e se perguntar como todas aquelas broas podem ser iguais. E é bem possível que você perceba que um anãozinho está sem um braço, o outro perdeu um pedaço da cabeça e um terceiro tem uma barriga maior que a dos outros. Contudo, depois de pensar bem, você chega à conclusão de que todas as broas em forma de anãozinho têm um denominador comum. Embora nenhum deles seja absolutamente perfeito, você suspeita que eles devem ter uma origem comum. E chega à conclusão de que todos foram assados na mesma fôrma.&lt;br /&gt;E mais ainda, Sofia: isto desperta em você o desejo de ver esta fôrma, pois fica claro que ela deve ser indescritivelmente mais perfeita e, de certa forma, mais bonita do que uma de suas frágeis e imperfeitas cópias.&lt;br /&gt;Se você resolveu esta questão sozinha, então você conseguiu resolver um problema filosófico exatamente da mesma maneira que Platão. Como a maioria dos filósofos, ele também “caiu do espaço na Terra”, por assim dizer. (Ele foi lá para a pontinha dos finos pêlos do coelho tirado da cartola do mágico.) Quanto ao coelhinho branco, talvez seja melhor compará-lo com todo o universo. Nós, que vivemos aqui, somos os bichinhos microscópicos que vivem na base dos pêlos do coelho. Mas os filósofos tentam subir da base para a ponta dos finos pêlos, a fim de poder olhar bem dentro dos olhos do grande mágico.”] Platão ficou admirado com a semelhança entre todos os fenômenos da natureza e chegou, portanto, à conclusão de que “por cima” ou “por trás” de tudo o que vemos à nossa volta há um número limitado de formas. A estas formas Platão deu o nome de idéias. Por trás de todos os cavalos, porcos e homens existe a “idéia cavalo”, a “idéia porco” e a “idéia homem”. (E é por causa disto que a citada padaria pode fazer broas em forma de porquinhos ou de cavalos, além de anõezinhos. Pois uma padaria que se preze geralmente tem mais que uma fôrma. Só que uma única fôrma é suficiente para todo um tipo de broa.)&lt;br /&gt;Conclusão: Platão acreditava numa realidade autônoma por trás do “mundo dos sentidos”. A esta realidade ele deu o nome de mundo das idéias. Nele estão as “imagens padrão”, as imagens primordiais, eternas e imutáveis, que encontramos na natureza. Esta notável concepção é chamada por nós de a teoria das idéias de Platão.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O VERDADEIRO CONHECIMENTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Até aqui acho que você está me acompanhando, minha cara Sofia. Mas talvez você esteja se perguntando se Platão estava realmente falando sério. Será que ele acreditava mesmo que tais fenômenos pudessem existir numa realidade totalmente diferente?&lt;br /&gt;Certamente ele não pensou literalmente desta forma durante toda a sua vida, mas a leitura de alguns de seus diálogos deixa claro que é assim que ele quer ser entendido. Vamos tentar acompanhar sua linha de argumentação.&lt;br /&gt;Como dissemos, um filósofo tenta entender algo que é eterno e imutável. Teria pouco sentido, por exemplo, escrever todo um tratado de filosofia sobre a existência de determinada bolha de sabão. Em primeiro lugar, porque se teria pouca chance de examiná-la cuidadosamente antes que ela desaparecesse. Em segundo, porque dificilmente se conseguiria vender um tratado filosófico sobre algo que ninguém viu e que existiu por apenas alguns segundos.&lt;br /&gt;Platão achava que tudo o que vemos ao nosso redor na natureza, tudo o que podemos tocar pode ser comparado a uma bolha de sabão. Pois nada do que existe no mundo dos sentidos é duradouro. Você concorda que todas as pessoas e todos os animais mais cedo ou mais tarde morrem e desaparecem, não é mesmo? Até um bloco de mármore aos poucos vai se desfazendo e se desintegrando. (A Acrópole de hoje não passa de ruínas, Sofia. Uma coisa escandalosa, se você quer saber a minha opinião. Mas a vida é essa…) Platão é da opinião de que nunca podemos chegar a conhecer verdadeiramente algo que se transforma. Sobre as coisas do mundo dos sentidos, coisas tangíveis, portanto, não podemos ter senão opiniões incertas. E só podemos chegar a ter um conhecimento seguro daquilo que reconhecemos com a razão.&lt;br /&gt;Sim, sim, Sofia, vou explicar melhor: retornando ao exemplo da broa em forma de anãozinho, pode muito bem acontecer de alguma coisa dar errado enquanto o padeiro está fazendo a massa, ou então enquanto a broa está crescendo ou assando, de tal modo que, no fim, não seja possível dizer que formato aquela broa tem. Mas depois de eu ter visto vinte, trinta broas em forma de anãozinho, pois mais imperfeitas que elas sejam, posso ter uma idéia clara do formato que possui a fôrma em que elas foram assadas. E posso chegar a esta conclusão mesmo sem nunca ter visto a fôrma. Aliás, nada garante que seria melhor ver a fôrma com os próprios olhos, isto porque nem sempre podemos confiar em nossos sentidos. A faculdade de visão pode variar de pessoa para pessoa. De outra parte, podemos confiar no que a razão nos diz, pois a razão é a mesma para todas as pessoas.&lt;br /&gt;Se você está numa sala de aula com trinta alunos e o professor pergunta qual a cor mais bonita do arco-íris, certamente ele ouvirá muitas respostas diferentes. Mas se ele perguntar quanto é três vezes oito, a classe inteira deve chegar ao mesmo resultado. É que neste caso é a razão quem julga; e a razão é, de certa forma, o extremo oposto de achar e sentir. Podemos dizer que a razão é eterna e universal, justamente porque ela só se manifesta sobre dados que são eternos e universais.&lt;br /&gt;Platão interessou-se muito por matemática, exatamente porque os dados matemáticos nunca se alteram. Por isso podemos chegar a um conhecimento seguro no que diz respeito à matemática. Mas vamos dar um exemplo: imagine que você encontre na floresta uma pinha redonda. Talvez você diga que “acha” a pinha perfeitamente redonda, mas pode ser que [sua amiga] Jorunn afirme que a pinha está um pouco amassada de um lado. (E aí vocês começam a discutir!) Só que não dá para vocês chegarem a um conhecimento seguro sobre aquilo que vêem com os olhos. Por outro lado, vocês sabem que a soma dos ângulos de um círculo é exatamente 360°. Neste caso, porém, vocês estão falando de um círculo ideal, que não existe na natureza, mas que vocês conseguem visualizar perfeitamente com os “olhos de dentro”. (Vocês estão falando sobre o formato oculto da fôrma, e não sobre uma broa específica, casual, que está sobre a mesa da cozinha.)&lt;br /&gt;Para resumir brevemente: não podemos ter senão opiniões incertas sobre tudo o que sentimos ou percebemos sensorialmente. Mas podemos chegar a um conhecimento seguro sobre aquilo que reconhecemos com nossa razão. A soma dos ângulos de um triângulo é 180°. E será assim por toda a eternidade. Da mesma forma, a “idéia” de que um cavalo terá sempre quatro patas continuará válida, ainda que todos os cavalos do mundo dos sentidos fiquem mancos de uma perna.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UMA ALMA IMORTAL&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Vimos que, para Platão, a realidade se dividia em duas partes.&lt;br /&gt;A primeira parte é o mundo dos sentidos, do qual não podemos ter senão um conhecimento aproximado ou imperfeito, já que para tanto fazemos uso de nossos cinco (aproximados e imperfeitos) sentidos. Nesse mundo dos sentidos, tudo “flui” e, conseqüentemente, nada é perene. Nada é no mundo dos sentidos; nele, as coisas simplesmente surgem e desaparecem.&lt;br /&gt;A outra parte é o mundo das idéias, do qual podemos chegar a ter um conhecimento seguro, se para tanto fizermos uso de nossa razão. Este mundo das idéias não pode, portanto, ser conhecido através dos sentidos. Em compensação, as idéias (ou formas) são eternas e imutáveis.&lt;br /&gt;Para Platão, portanto, o homem também é um ser dual. Temos um corpo, que “flui” e que está indissoluvelmente ligado ao mundo dos sentidos, compartilhando do mesmo destino de todas as outras coisas presentes neste mundo (por exemplo, uma bolha de sabão). Todos os nossos sentidos estão ligados a este corpo e, conseqüentemente, não são inteiramente confiáveis. Mas também possuímos uma alma imortal, que é a morada da razão. E justamente porque a alma não é material, ela pode ter acesso ao mundo das idéias.&lt;br /&gt;Já estou quase no fim. Mas há algo mais, Sofia. ALGO MAIS!&lt;br /&gt;Platão também achava que a alma já existia antes de vir habitar nosso corpo. E ela existia no mundo das idéias. (Ela ficava junto com as fôrmas de bolo lá no alto da prateleira.) Entretanto, no momento mesmo em que a alma passa a habitar o corpo humano, ela se esquece das idéias perfeitas. E então tem início um processo extraordinário: quando as pessoas entram em contato com as formas da natureza, aos poucos uma vaga lembrança vai emergindo dentro de sua alma. O homem vê um cavalo, mas um cavalo imperfeito (ou uma broa em forma de cavalinho!). E isto é suficiente para despertar na sua alma a vaga lembrança do cavalo ideal que ela conheceu um dia no mundo das idéias. Ao mesmo tempo em que ocorre, isto desperta no homem um anseio de retornar à verdadeira morada da alma. Platão chamava este anseio, esta saudade, de amor. A alma experimenta, portanto, um “anseio amoroso” de retornar à sua verdadeira morada. A partir de então, ela passa a perceber o corpo e tudo o que é sensorial como imperfeito e supérfluo. Nas asas do amor, a alma deseja voar “de volta para casa”, para o mundo das idéias. [Veja na Bíblia, em Lc 15.11-32, a parábola do filho pródigo.] Ela quer se libertar do cárcere do corpo.&lt;br /&gt;Devo dizer sem demora que Platão descreve aqui o desenrolar ideal de uma vida, pois é claro que nem todas as pessoas liberam suas almas para que elas possam empreender uma jornada de volta ao mundo das idéias. A maioria das pessoas apega-se aos “reflexos” das idéias no mundo dos sentidos. Elas vêem um cavalo, e outro, e depois outro. Mas não conseguem ver aquilo de que o cavalo é apenas uma imitação grosseira. (Elas entram na cozinha e “atacam” as broas, sem se perguntar de onde elas surgiram.) O que Platão descreve é o caminho percorrido pelo filósofo. Podemos considerar sua filosofia a descrição da atividade de um filósofo.&lt;br /&gt;Quando você vê uma sombra, Sofia, na mesma hora você pensa que alguma coisa deve estar projetando esta sombra. Por exemplo, pode acontecer de você ver a sombra de um animal. Talvez a de um cavalo, mas você não está bem certa. Então você se vira e vê o animal verdadeiro, que, naturalmente, é muito mais bonito e de contornos mais nítidos do que a imprecisa sombra. É POR ISSO QUE PLATÃO CONSIDERA TODOS OS FENÔMENOS DA NATUREZA MEROS REFLEXOS DAS FORMAS ETERNAS, OU IDÉIAS. Só que a maioria das pessoas está satisfeita com sua vida em meio a esses reflexos sombreados. Elas acreditam que as sombras são tudo o que existe, e por isso não as vêem como sombras. Com isto, esquecem-se também da imortalidade de suas almas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEIXANDO PARA TRÁS AS TREVAS DA CAVERNA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Platão nos conta uma parábola que ilustra bem esta reflexão. Nós a conhecemos por alegoria da caverna. Vou contá-la com minhas próprias palavras.&lt;br /&gt;Imagine um grupo de pessoas que habitam o interior de uma caverna subterrânea. Elas estão de costas para a entrada da caverna e acorrentadas no pescoço e nos pés, de sorte que tudo o que vêem é a parede da caverna. Atrás delas ergue-se um muro alto e por trás desse muro passam figuras de formas humanas sustentando outras figuras que se elevam para além da borda do muro. Como há uma fogueira queimando atrás dessas figuras, elas projetam sombras bruxuleantes na parede da caverna. Assim, a única coisa que as pessoas da caverna podem ver é este “teatro de sombras”. E como essas pessoas estão ali desde que nasceram, elas acham que as sombras que vêem são a única coisa que existe.&lt;br /&gt;Imagine agora que um desses habitantes da caverna consiga se libertar daquela prisão. Primeiramente ele se pergunta de onde vêm aquelas sombras projetadas na parede da caverna. Depois consegue se libertar dos grilhões que o prendem. O que você acha que acontece quando ele se vira para as figuras que se elevam para além da borda do muro? Primeiro, a luz é tão intensa que ele não consegue enxergar nada. Depois, a precisão dos contornos das figuras, de que ele até então só vira as sombras, ofusca a sua visão. Se ele conseguir escalar o muro e passar pelo fogo para poder sair da caverna, terá mais dificuldade ainda para enxergar devido à abundância de luz. Mas depois de esfregar os olhos, ele verá como tudo é bonito. Pela primeira vez verá cores e contornos precisos; verá animais e flores de verdade, de que as figuras na parede da caverna não passavam de imitações baratas. Suponhamos, então, que ele comece a se perguntar de onde vêm os animais e as flores. Ele vê o Sol brilhando no céu e entende que o Sol dá vida às flores e aos animais da natureza, assim como também era graças ao fogo da caverna que ele podia ver as sombras refletidas na parede.&lt;br /&gt;Agora, o feliz habitante das cavernas pode andar livremente pela natureza, desfrutando da liberdade que acabara de conquistar. Mas as outras pessoas que ainda continuam lá dentro da caverna não lhe saem da cabeça. E por isso ele decide voltar. Assim que chega lá, ele tenta explicar aos outros que as sombras na parede não passam de trêmulas imitações da realidade. Mas ninguém acredita nele. As pessoas apontam para a parede da caverna e dizem que aquilo que vêem é tudo o que existe. Por fim, acabam matando-o.&lt;br /&gt;O que Platão nos mostra com esta alegoria da caverna é o caminho que o filósofo percorre das noções imprecisas para as idéias reais que estão por trás dos fenômenos da natureza. Na certa Platão também estava pensando em Sócrates, que tinha sido morto pelos “habitantes da caverna” por ter colocado em dúvida as noções a que eles estavam habituados e por querer lhes mostrar o caminho do verdadeiro conhecimento. Desta forma, a alegoria da caverna é uma imagem da coragem e da responsabilidade pedagógica do filósofo.&lt;br /&gt;Platão defende o ponto de vista de que a relação entre as trevas da caverna e a natureza fora dela corresponde à relação entre as formas da natureza e o mundo das idéias. Ele não acha a natureza em si sombria e triste, mas acha sim que ela é sombria e triste em relação à clareza das idéias. A foto de uma bela jovem não é sombria e triste. Ao contrário. Só que não deixa de ser uma foto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Questões para refletir e responder:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1.Qual o projeto de Platão, o que ele queria investigar?&lt;br /&gt;2.De acordo com o texto para que os filósofos existem?&lt;br /&gt;3.O que era eterno e imutável para Platão?&lt;br /&gt;4.Explique a comparação feita entre o coelho na cartola do mágico e o filósofo.&lt;br /&gt;5.O que eram as ideias para Platão?&lt;br /&gt;6.Por que Platão comparava o mundo dos sentidos como uma bolha de sabão?&lt;br /&gt;7.Para Platão como podemos ter um conhecimento seguro?&lt;br /&gt;8.Por que Platão valorizava a matemática?&lt;br /&gt;9.Para Platão quais eram as partes em que a realidade se dividia?&lt;br /&gt;10.Para Platão quais eram a diferenças entre o corpo e a alma do homem?&lt;br /&gt;11.Qual a função do amor para a alma?&lt;br /&gt;12.Por que Platão considerava as coisas da natureza como meros reflexos?&lt;br /&gt;13.Em que sentido o autor compara a natureza e a foto de uma bela jovem? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-6188549673652384199?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/6188549673652384199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=6188549673652384199' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6188549673652384199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6188549673652384199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2009/05/texto-para-trabalho-1-ano-do-ensino.html' title='Texto para trabalho: 1º Ano do Ensino Médio'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/ShhkZZjM03I/AAAAAAAAAN0/Kb2RFVR9lVo/s72-c/6236_648.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-6608548571774785540</id><published>2008-11-20T08:25:00.000-08:00</published><updated>2008-11-20T08:48:13.663-08:00</updated><title type='text'>Notas sobre o "Tratado sobre os princípios do conhecimento humano" de George Berkeley</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SSWS9G9thkI/AAAAAAAAANY/Fat2SOlmkEo/s1600-h/27890_517.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270780517446157890" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 230px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SSWS9G9thkI/AAAAAAAAANY/Fat2SOlmkEo/s320/27890_517.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:180%;"&gt;D&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;efinição do que é filosofia para Berkeley - "O desejo da sabedoria e da verdade."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os que se dedicam a filosofia possuem vantagens que os que não se dedicam não possuem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A maior parte da humanidade é guiada pelo senso comum, e por isso não desconfiam do que lhes é familiar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há dificuldades para aqueles que querem viver de acordo com um princípio superior. A causa das dificuldades qual seria? A obscuridade das coisas ou a natural fraqueza e imperfeição do nosso conhecer?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O problema não está em nossas faculdades, mas em nosso mal uso delas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deus não nos daria um forte desejo de conhecimento se não o tivesse colocado a nosso alcance, se não tivessemos meios para satisfezer nossos apetites intelectuais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nós é que provocamos nossas maiores dificuldades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Temos de buscar a resposta nos primeiros principios do conhecimento humano. Verificar os falsos principios que causam dificuldades e que devemos rejeitar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A tarefa de ir aos primeiros principios de conhecimento não é facil, mas devemos arriscar, ainda que muitos não tenham conseguido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É preciso verificar inicialmente a natureza e o abuso da linguagem. O problema é que muitos dizem que é possível construir idéias abstratas.As qualidades existem nos objetos e não fora deles! Apesar disso o espírito procura fazer abstrações. Mas como extrair extensão, cor e movimento dos objetos? Existe a extensão das extensões, a cor das cores e o movimento dos movimentos?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-6608548571774785540?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/6608548571774785540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=6608548571774785540' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6608548571774785540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6608548571774785540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/11/notas-sobre-o-tratado-sobre-os.html' title='Notas sobre o &quot;Tratado sobre os princípios do conhecimento humano&quot; de George Berkeley'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SSWS9G9thkI/AAAAAAAAANY/Fat2SOlmkEo/s72-c/27890_517.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-4638015168720522432</id><published>2008-11-01T09:50:00.000-07:00</published><updated>2008-11-01T09:56:14.108-07:00</updated><title type='text'>Filósofo do Mês: Friedrich Schelling</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SQyJ_OIYNYI/AAAAAAAAANQ/wrJIr5N6r1Q/s1600-h/schelling-1-sized.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263733783707268482" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 275px; CURSOR: hand; HEIGHT: 317px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SQyJ_OIYNYI/AAAAAAAAANQ/wrJIr5N6r1Q/s320/schelling-1-sized.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Toda essa ideia de uma felicidade como recompensa - que outra coisa seria, portanto, senão uma ilusão moral: um título de crédito com o qual se compra de ti, homem empírico, os teus prazeres sensíveis de agora, mas que só é pagável quando tu mesmo não precisas mais do pagamento. Pensa sempre nessa felicidade como um todo de prazeres que são análogos aos prazeres sacrificados agora. Ousa, apenas, dominar-te agora; ousa o primeiro passo de criança em direção à virtude: o segundo já se tornará mais fácil para ti. Se continuares a progredir, notarás com espanto que aquela felicidade que esperavas como recompensa do teu sacrifício, mesmo para ti não tem mais nenhum valor. Foi intencionalmente que se colocou a felicidade num ponto do tempo em que tens de ser suficientemente homem para te envergonhares dela. Envergonhar, digo eu, pois, se nunca chegas a sentir-te mais sublime do que aquele ideal sensível de felicidade, seria melhor que a razão jamais te tivesse falado.&lt;br /&gt;É exigência da razão não precisar mais de nenhuma felicidade como recompensa, tão certo quanto é exigência tornar-se mais conforme à razão, mais autónomo, mais livre. Pois, se a felicidade ainda pode recompensar-nos - a não ser que se interprete o conceito de felicidade contrariamente a todo o uso da linguagem -, ela é então uma felicidade que não é trazida, já, pela própria razão (pois como poderiam razão e felicidade jamais coincidir?), uma felicidade que, justamente por isso, aos olhos de um ser racional, não tem mais nenhum valor. Deveríamos, diz um antigo escritor, considerar que os deuses imortais são infelizes porque não possuem capitais, bens territoriais, escravos? Não deveríamos, antes, exaltá-los como os únicos bem-aventurados, justamente porque são os únicos que, pela sublimidade da sua natureza, já estão despojados de todos aqueles bens? - O mais alto a que podem elevar-se as nossas ideias é manifestamente um ser que, com auto-suficiência absoluta, frui somente do seu próprio ser, um ser que cessa toda a passividade, que não é passivo em relação a nada, nem mesmo em relação a leis, que age com liberdade absoluta, apenas em conformidade com o seu ser, e cuja única lei é a sua própria essência." ( Friedrich Schelling, 'Sobre o Dogmatismo e o Criticismo' )&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-4638015168720522432?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/4638015168720522432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=4638015168720522432' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/4638015168720522432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/4638015168720522432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/11/filsofo-do-ms-friedrich-schelling.html' title='Filósofo do Mês: Friedrich Schelling'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_39YExeRG-fI/SQyJ_OIYNYI/AAAAAAAAANQ/wrJIr5N6r1Q/s72-c/schelling-1-sized.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-1768003179206565952</id><published>2008-07-25T10:45:00.000-07:00</published><updated>2008-07-25T10:54:10.409-07:00</updated><title type='text'>O valor da filosofia para Bertrand Russell</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/SIoS2aj8bxI/AAAAAAAAAJw/myiD5ubGp7Y/s1600-h/russell.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5227011043569200914" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/SIoS2aj8bxI/AAAAAAAAAJw/myiD5ubGp7Y/s320/russell.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O valor da filosofia encontra-se, de fato, na sua própria incerteza. O homem sem rudimentos de filosofia passa pela vida encarcerado nos preconceitos derivados do senso comum, das crenças habituais do seu tempo ou da sua nação, e de convicções que se desenvolveram no seu espírito sem a cooperação ou o consentimento da sua razão ponderada. Para tal homem, o mundo tem tendência a tornar-se definido, finito, óbvio; os objetos comuns não levantam questões, e as possibilidades estranhas são desdenhosamente rejeitadas.&lt;br /&gt;Mal começamos a filosofar, pelo contrário, descobrimos […] que até as coisas mais corriqueiras levantam problemas a que só podemos dar respostas muito incompletas. A filosofia, apesar de ser incapaz de nos dizer com certeza qual é a resposta verdadeira às dúvidas que levanta, tem a capacidade de sugerir muitas possibilidades que alargam os nossos pensamentos e os libertam da tirania do hábito. Assim, apesar de diminuir a nossa sensação de certeza quanto ao que as coisas são, a filosofia aumenta em muito o nosso conhecimento do que elas podem ser; ela elimina o dogmatismo algo arrogante daqueles que nunca viajaram no território da dúvida libertadora, e mantém vivo o nosso sentido de deslumbramento ao mostrar coisas familiares sob um aspecto estranho.&lt;br /&gt;(Bertrand Russell, Os Problemas da Filosofia, 1912, p. 90)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-1768003179206565952?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/1768003179206565952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=1768003179206565952' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/1768003179206565952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/1768003179206565952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/07/o-valor-da-filosofia-para-bertrand.html' title='O valor da filosofia para Bertrand Russell'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/SIoS2aj8bxI/AAAAAAAAAJw/myiD5ubGp7Y/s72-c/russell.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-4697958280690046095</id><published>2008-07-25T10:36:00.000-07:00</published><updated>2008-07-25T10:40:41.031-07:00</updated><title type='text'>Lições em Leibniz (Parte 3)</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/SIoQCjlH83I/AAAAAAAAAJo/dHwWC8-evpw/s1600-h/leibniz_g.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5227007953613615986" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/SIoQCjlH83I/AAAAAAAAAJo/dHwWC8-evpw/s320/leibniz_g.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Qual o fundamento de todas as verdades?&lt;br /&gt;Para Leibniz esse fundamento não pode ser a experiência, e passa assim a elencar as razões disso. Primeiro, os sentidos não são suficientes, visto que nos põem em contato apenas com verdades particulares ou individuais, o que não é suficiente para estabelecer a universalidade dessa verdade.Em outras palavras, se partimos de nossa experiência individual(e para isso usamos os sentidos) jamais poderemos determinar que essa experiência é universal e válida para todas as pessoas, épocas e locais, pois segue que aquilo que aconteceu conosco não acontecerá necessariamente da mesma forma com outra pessoa. Na verdade, o valor dos sentidos está em dar ocasião para prestarmos atenção ou percebermos as verdades inatas que existem em nós, assim como mais ou menos as provas servem a aritmética para melhor evitar o erro do cálculo quando o raciocínio é longo.&lt;br /&gt;Segundo, como os homens são diferentes dos animais, não podem portanto serem regulados pela experiência. Os animais têm a impressão de que o que aconteceu com eles deverá se repetir, porque se guiam pela experiência, porém o homem tendo a consciência de que só a razão é capaz de estabelecer regras seguras, tendo ciência das exceções, inferindo conexões onde existem e rejeitando onde não as há, não pode se pautar unicamente pela experiência, mas por um princípio superior e inato.&lt;br /&gt;Terceiro, mesmo os defensores do empirismo admitem idéias que não têm origem apenas na sensação, mas que provém da reflexão. E o que é a reflexão senão uma atenção aquilo que está em nós? E os sentidos não nos dão aquilo que já trazemos em nós. E se somos inatos a nós mesmos poder-se-ia negar que existem muitas coisas inatas em nosso espírito?&lt;br /&gt;Por fim, é inconveniente concluir que nada pode ser desenterrado de dentro de nós, que nossa alma seja vazia,e que ela não é nada sem as imagens que recebe de fora. Mesmo em lousas vazias encontraremos algo que as diversifique umas das outras. E jamais se verá um plano completamente unido e uniforme. Sendo assim, não seremos capazes de fornecer de dentro de nós mesmos algum pensamento? Não estaríamos subestimando muito o ser humano?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-4697958280690046095?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/4697958280690046095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=4697958280690046095' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/4697958280690046095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/4697958280690046095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/07/lies-em-leibniz-parte-3.html' title='Lições em Leibniz (Parte 3)'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/SIoQCjlH83I/AAAAAAAAAJo/dHwWC8-evpw/s72-c/leibniz_g.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-6604394703316579973</id><published>2008-07-18T19:23:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T19:32:11.349-07:00</updated><title type='text'>BIOGRAFIA DE GRANDES FILÓSOFOS:EPICURO(2)</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/SIFSHNH7FWI/AAAAAAAAAJI/5UP_3gVVYXg/s1600-h/epicuro_sml.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224547326461941090" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="219" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/SIFSHNH7FWI/AAAAAAAAAJI/5UP_3gVVYXg/s320/epicuro_sml.jpg" width="196" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;III - Filosofia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para Epicuro a filosofia é mais do que discussões teóricas, é acima de tudo um estilo de vida. Seus discípulos não iam aprender a filosofia dele, mas "aprender o próprio Epicuro". Havia uma simbiose entre teoria e prática, entre pessoa e ensino.&lt;br /&gt;A finalidade da filosofia era dupla: a felicidade humana e a liberdade, do contrário não haveria o porquê de filosofar. Nunca era tarde demais para tal tarefa, afinal, crianças, jovens e velhos sempre estariam buscando a felicidade e a liberdade, portanto jamais a filosofia deveria ser deixada de lado.&lt;br /&gt;Para haver felicidade era necessário o prazer, mas não qualquer prazer. A filosofia proporcionaria a maneira de selecionar os melhores prazeres. Epicuro classificava os prazeres em três gêneros: os naturais e necessários (nutrição e sono), os naturais e não necessários (o sexo), e os não naturais e não necessários(todos aqueles resultados das opiniões). Porém, havia o prazer dos prazeres, aquele que estava acima de todos os três tipos mencionados, que era a ‘ataraxia’. A ataraxia consistia num estado de harmonia e serenidade interior a despeito das adversidades e circunstâncias. Estava acima de todo e qualquer prazer porque era um prazer constante e não de movimento como os mencionados. Em outras palavras, era um prazer permanente e não temporário. A grande antítese dos prazeres era a dor. Epicuro acreditava que o caminho natural do homem era fugir da dor e buscar o prazer. Entretanto, jamais conseguiríamos ficar totalmente imunes da dor, haja vista, as tragédias que se abatem sobre os indivíduos, em decorrência de acidentes ou perdas. Neste caso, Epicuro propunha um remédio duplo: as recordações e as projeções. Isso quer dizer que num momento difícil recordar situações passadas positivas aliviariam a dor, bem como projetar para o futuro coisas positivas que ainda poderiam ser realizadas. Ainda sobre o prazer Epicuro dizia que não poderíamos ser escravizados por eles, mesmo porque felicidade e liberdade andam de mãos juntas, por isso devíamos selecionar os prazeres como que tendo domínio sobre eles.&lt;br /&gt;Sobre a liberdade, Epicuro utilizava-se de alguns aspectos da filosofia física para discorrer sobre o assunto. O mundo se formou dos átomos, que eram eternos, indivisíveis, variados e infinitos. Os átomos para se movimentarem necessitavam de espaço, o vácuo, que também era infinito. À medida desses movimentos a matéria era composta, neste caso até mesmo a alma é substância material, com a diferença de ser constituída por átomos mais delicados, leves e finos. Os átomos fazendo trajetória verticais em sentido de queda se chocariam devido a um desvio próprio chamado de ‘clinamen’, e este explicaria a liberdade atômica e consequentemente a humana. Assim como os átomos são livres para se chocarem e darem origem a novas vidas, os humanos são livres para mudar suas vidas. Uma outra idéia central sobre a liberdade é a de que os homens são escravos do medo, e para serem libertos deverão vencer os dois maiores temores humanos: o medo da morte e dos deuses. O medo da morte é vencido quando se tem consciência de que tudo é átomo e vácuo, isso quer dizer que quando o homem existe a morte não existe, e quando a morte aparece o homem não mais existe, portanto não há porque temer aquilo que não existe quando existimos. Vida significa átomos harmonizados e conjugados, e morte significa átomos desarmonizados e separados. Dentro dessa concepção há a negação da imortalidade da alma, o homem não deve mais se preocupar com o que virá após a morte, deve-se preocupar com o presente, com a melhor vivência possível do hoje e não com as preocupações inquietantes do amanhã. Quanto ao medo dos deuses, não era necessário se apavorar com tal coisa, afinal das contas os deuses também eram formados por átomos, mas de uma categoria tão perfeita, que viviam numa zona além daquela que os homens habitavam. Isso quer dizer que se os deuses eram perfeitos jamais se preocupariam com os homens que são imperfeitos, porque caso contrario poderiam se manchar com a imperfeição humana. O estado de gozo dos deuses era tão perfeito que jamais pensariam no homem que não alcançou o pleno gozo. Para Epicuro os sacerdotes utilizavam-se dos mitos e do temor dos deuses para manipular e escravizar as pessoas.&lt;br /&gt;Dentro do campo da teoria do conhecimento, Epicuro a divide em três momentos: a experiência, a memória e as relações. Por meio da experiência poder-se-ia chegar a verdade, o homem conhece a medida que vivencia, ou seja, o empirismo. No empirismo é fundamental a relação entre a sensação e a percepção, e é por meio desta última que posso ser enganado ou ter certeza da verdade. Por exemplo: Se olho ao longe o que parece ser um pedaço de árvore e depois ao me aproximar percebo ser um cachorro deitado, fui enganado pela minha percepção, porém também corrigido por ela. Para evitar os enganos era imprescindível observar e analisar os objetos com cuidado. Para Epicuro aqueles que dogmatizam um determinado aspecto do objeto sem analisá-lo por todos os ângulos possíveis com muito cuidado, criam o mito. Aquilo que pela sensação temos a percepção vira uma antecipação ou memória. Por exemplo: Se vejo um livro, aquilo fica registrado em mim, de tal maneira que não terei dificuldade de identificar outro objeto semelhante e reconhecê-lo como livro, já que tive a experiência do livro, e se tive a experiência tenho dali em diante a idéia de livro.A memória então é fruto da experiência, e só posso ter noção daquilo que vivencio. Porém, há coisas das quais não temos sensações e são reais, por exemplo, o átomo e seu movimento. Neste caso Epicuro ensina a chamada não-infirmação, ou seja, fazer relações. Pensando na questão do átomo relacionamos sua realidade com o corpo e o movimento, pois, assim como o corpo se movimenta, o átomo também se movimenta já que o corpo é constituído por eles, e só há movimento onde há espaço para tal. Ou seja fazemos relações de coisas que não podem ser captadas pelos sentidos e percebidas com coisas que podem dentro de um elo lógico.&lt;br /&gt;Relacionado a ética a discussão de Epicuro gira em torno das duas grandes virtudes: a sabedoria e a amizade. A primeira é resultado de seguir sua filosofia (lógica, física e ética), que para os epicureus(assim eram chamados os discípulos) estava acima das concepções socráticas, platônicas e aristotélicas. O sábio era autônomo e não autômato, era lei para si próprio, de tal forma que para Epicuro as leis não existiam para que o sábio não cometesse injustiça, mas para que não fossem cometida injustiças contra ele.A segunda, a amizade, era a maneira dos homens se relacionarem entre si e desfrutarem uns dos outros. Epicuro era contra o matrimônio e a concepção de família egoísta(pai, mãe e prole), todos deveriam relacionar-se como irmãos entre si, e o amor estava acima de qualquer convenção social. Entretanto, a amizade deveria ser entre iguais, a dependência se é que deveria existir, deveria ser recíproca, para que ninguém fosse escravo de ninguém, o que deporia contra a filosofia da liberdade. Ninguém deveria ser desprezado no circulo de intimidade, todos eram dignos de respeito e apreço, até mesmo os escravos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-6604394703316579973?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/6604394703316579973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=6604394703316579973' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6604394703316579973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6604394703316579973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/07/biografia-de-grandes-filsofosepicuro2.html' title='BIOGRAFIA DE GRANDES FILÓSOFOS:EPICURO(2)'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/SIFSHNH7FWI/AAAAAAAAAJI/5UP_3gVVYXg/s72-c/epicuro_sml.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-483064070467629987</id><published>2008-07-18T19:16:00.000-07:00</published><updated>2008-07-18T19:22:20.175-07:00</updated><title type='text'>BIOGRAFIA DE GRANDES FILÓSOFOS:EPICURO (1)</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/SIFPw3R5GTI/AAAAAAAAAJA/93PHt93zvo8/s1600-h/epicuro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224544743617796402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="186" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/SIFPw3R5GTI/AAAAAAAAAJA/93PHt93zvo8/s320/epicuro.jpg" width="181" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;I -Vida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Epicuro nasceu na cidade de Atenas em 341 a.C., num período marcado pelo domínio macedônico sobre a Grécia e a perda de independência política das cidades-estados. Isso ocasionou uma certa decepção com a religião e a política entre os gregos, tirando-lhes a expectativa de dias melhores, substituindo por uma visão sombria do futuro.&lt;br /&gt;Filho de uma família nobre, cujo pai, Néocles era professor, e a mãe Queréstrata era advinha, o menino Epicuro destacou-se no pensamento reflexivo desde a mais tenra idade. Em uma de suas aulas de gramática na cidade de Samos,ao ouvir de seu mestre que o mundo viera do caos, interpolou em seguida, de onde então viera o caos. Ao que o mestre não soube responder e encaminhou-o aos filósofos. Tomando contato com as diversas filosofias do período, Epicuro abraçou as idéias materialistas de Demócrito e Léucipo que explicavam todas as coisas à partir dos átomos. Voltou a Atenas, iniciando uma curta carreira como professor de gramática, decidindo-se lecionar filosofia, fundando sua própria escola, conhecida como “O Jardim”, por ser uma propriedade composta de uma casa e um grande e belo jardim, onde os alunos aprendiam em contato com a natureza. Fundiu conceitos do atomismo com idéias originais e criou sua própria filosofia. Angariou muitos simpatizantes e discípulos, muitos deles que não se satisfaziam mais com as explicações de Platão e Aristóteles, que centralizavam em torno da política suas discussões que não coadunavam mais com a realidade da falta de independência política grega. Mais do que simples seguidores, eram amigos de Epicuro, cuja personalidade era marcada por simpatia, benignidade, carisma, delicadeza, sinceridade, serenidade e compaixão. Epicuro devotou-se a filosofia e aos seus amigos, e viveu até os setenta e dois anos de idade, falecendo em decorrência de uma enfermidade que lhe atrofiava os membros e impunha-lhe dores constantes e agudas. No seu último dia de vida escreveu a um precioso amigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Este dia em que te escrevo é o último dia da minha vida e é também um dia feliz. Sinto dores na bexiga e nas entranhas que nem se poderia imaginar, dores mais violentas; mais esses sofrimentos são compensados pela alegria que traz à minha alma a recordação das nossas conversações.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II -Obras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A filosofia de Epicuro foi dividida em três partes essenciais: lógica ou canônica, física, e ética. A primeira tratando-se da teoria do conhecimento e o método para se chegar ao conhecimento da verdade; a segunda mostrando a constituição de todas as coisas resultado do movimento dos átomos no vácuo; e a terceira a maneira de ser feliz e se comportar diante do mundo. Respeitando essa divisão em suas obras, ele foi um dos escritores mais fecundos da Antiguidade, tendo composto mais de trezentos tratados, entre os quais: um Tratado da Natureza, em trinta e sete livros, sobre os átomos e o vácuo, resumo do que escreveu contra os físicos; objeções dos megarenses; dos deuses, da santidade, dos fins, das maneiras de viver (quatro livros), da justiça e das outras virtudes, dos dons do reconhecimento, da música; depois, livros intitulados Queredemo, Hegesianax, Néocles, Euríloco, Aristóbulo, Timócrates (três livros), Metrodoro (cinco livros), Andidoro (dois livros), Anaxímenes,etc.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-483064070467629987?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/483064070467629987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=483064070467629987' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/483064070467629987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/483064070467629987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/07/biografia-de-grandes-filsofosepicuro-1.html' title='BIOGRAFIA DE GRANDES FILÓSOFOS:EPICURO (1)'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/SIFPw3R5GTI/AAAAAAAAAJA/93PHt93zvo8/s72-c/epicuro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-2378872469137997712</id><published>2008-07-14T08:17:00.000-07:00</published><updated>2008-07-14T08:30:32.400-07:00</updated><title type='text'>Filósofo do mês: Montaigne</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/SHtwavcioBI/AAAAAAAAAI4/nFj63SczYXY/s1600-h/montaigne.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222891797581307922" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 161px; CURSOR: hand; HEIGHT: 152px" height="221" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/SHtwavcioBI/AAAAAAAAAI4/nFj63SczYXY/s320/montaigne.jpg" width="223" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"O principal efeito da força do hábito reside em que se apodera de nós a tal ponto que já quase não está em nós recuperarmo-nos e refletirmos sobre os atos a que nos impele. Em verdade, como ingerimos com o primeiro leite hábitos e costumes, e o mundo nos aparece sob certo aspecto quando o percebemos pela primeira vez, parece-nos não termos nascidos senão com a condição de nos submetermos também aos costumes; e imaginamos que as idéias aceitas em torno de nós, e infundidas em nós por nossos pais, são absolutas e ditadas pela natureza. Daí pensarmos que o que está fora dos costumes está igualmente fora da razão, e Deus sabe como as mais das vezes erramos. Se, como nós que estudamos, aprendemos a fazê-lo, todos, ao ouvirem judiciosa observação, aplicassem o ensinamento no que lhes diz respeito, veriam, incontinenti, que não constitui simples frase bonita, mas é verdadeira chicotada na tolice habitual de nosso julgamento. Mas recebemos as advertências da verdade como se se endereçassem aos outros e não a nós mesmos, e, em vez de aproveitá-las a fim de melhorar os nossos costumes, nós nos contentamos, muito tola e inutilmente, em a catalogar na memória." (Montaigne,Ensaios, Capítulo XXIII,página 61)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-2378872469137997712?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/2378872469137997712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=2378872469137997712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/2378872469137997712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/2378872469137997712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/07/filsofo-do-ms-montaigne.html' title='Filósofo do mês: Montaigne'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/SHtwavcioBI/AAAAAAAAAI4/nFj63SczYXY/s72-c/montaigne.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-6909960636604964359</id><published>2008-07-14T07:16:00.000-07:00</published><updated>2008-07-14T08:36:14.611-07:00</updated><title type='text'>Razões do ateísmo em André Comte-Sponville</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/SHttovrl1XI/AAAAAAAAAIw/1ms06MKf338/s1600-h/andre_comtesponville.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222888739627718002" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/SHttovrl1XI/AAAAAAAAAIw/1ms06MKf338/s320/andre_comtesponville.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sponville no livro "Apresentação da Filosofia" dedica um de seus capítulos para discorrer sobre as razões do ateísmo. De início mostra que há dois tipos de ateísmo: o negativo, aquele que não crê em Deus, e o positivo, aquele que crê que Deus não existe. Para dar a razão desse último ele esboça alguns argumentos interessantes:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;1. A fraqueza dos argumentos dos teístas&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os teístas possuem tantos argumentos como experiências fracas. Se Deus existísse devería-se vê-lo e sentí-lo mais. Ao argumento teísta de que "se Deus se mostrasse em toda sua glória não seríamos livres para crer Nele ou não, ou duvidar",Sponville contrargumenta que:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) Se ser livre é poder duvidar seríamos mais livres do que Deus por que ele jamais duvidaria de si mesmo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;b) Os profetas de acordo com relatos bíblicos tinham um contato mais próximo de Deus entretanto havia espaço em suas vidas para inúmeras duvidas e incertezas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;c) Sempre há menos liberdade na ignorância do que no saber.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;d) Um Pai perfeito infinitamente superior aos pais humanos poderia abrir possibilidade para amá-lo, obedecê-lo, respeitá-lo ou não, o que supõe no mínimo a consciência clara de sua existência. Como amar, respeitar ou obedecer alguém que ao contrário dos pais humanos nem sequer tem- se prova concreta de sua existência?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;e) Concluir a existência de alguém deduzindo-a de "escritos sagrados"(deveras contraditórios uns com os outros e está ai a diversidade de religiões refletindo isso) ou da natureza imperfeita e por vezes até imprevisível é no mínimo insensatez.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. A contradição de explicar com o inexplicável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A maior força da crença em Deus e do domínio das religiões é justamente a possibilidade de explicar o mundo, a vida e o pensamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A pergunta é- de que valem essas explicações se Deus por definição é inexplicável?Em outras palavras, que é a religião do que uma tentativa de explicação de uma coisa que não compreendemos através de alguma coisa que compreendemos menos ainda(Deus)?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não conseguimos explicar tudo, e isso até os ateus admitem, o problema é tentar utilizar esse "mistério" do mundo acercando-se de explicações religiosas dogmáticas, cujo fundamento é o próprio inexplicável. Enfim, as explicações buscadas pelos religiosos giram em torno de antropormofismos de um Deus que cria o homem a "sua imagem e semelhança". E como dizia Voltaire - "se Deus nos fez à sua imagem nós o reproduzimos muitos bem". O universo e a própria vida são bem mais profundos do que a Bíblia ou o Corão possam "revelar".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;3.O argumento do mal&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mal no mundo é incoerente com a idéia de um Deus absolutamente bom e onipotente. O mal é uma objeção mais forte contra a fé do que o bem contra o ateísmo. Como dizia Epicuro: "se Deus quer eliminar o mal e não consegue, ele não é onipotente; se Deus consegue eliminar o mal e não quer, ele não é perfeitamente bom; mas se ele não quer e nem pode eliminar o mal, não é mais Deus."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como aceitar um Deus que se esconde diante de tantas atrocidades, guerras e mortes? Se não aceitamos tal comportamento covarde dos pais humanos como aceitar de alguém que deveria em teoria ser perfeito amor?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;4. O efeito e a causa&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A humanidade é algo muito pequeno para ser conseqüência de alguém tão grande. Como dizia Pascal por todo lado temos mediocridade demais, baixeza demais, miséria demais, e grandeza de menos. A humanidade é uma criação tão irrisória, como que um Deus poderia querer isso?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os teístas se orgulham narcisicamente em sua crença, como se fossem mais do que de fato são, infudem todas as ações de Deus em torno de si mesmos, como se a razão da "existência" de Deus fossem eles mesmos!!!Não teríamos ai em evidência da idéia de que na verdade o homem criou Deus?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em contrapartida o ateísmo é uma forma de humildade. É considerar-se um animal que somos, e deixar-nos o encargo de nos tornar humanos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;5. Deus é tanto menos verossímil quanto mais é desejável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que desejamos acima de tudo? Não morrer, reencontrar os seres queridos que perdemos, ser amados. E o que diz a religião? Quais desejos justamente ela satisfaz? Crer em Deus é crer num Papai Noel na potência infinita. A crença é por demais cômoda para ser verdadeira.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-6909960636604964359?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/6909960636604964359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=6909960636604964359' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6909960636604964359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6909960636604964359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/07/razes-do-atesmo-em-andr-comte-sponville.html' title='Razões do ateísmo em André Comte-Sponville'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/SHttovrl1XI/AAAAAAAAAIw/1ms06MKf338/s72-c/andre_comtesponville.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-4687910902971567068</id><published>2008-03-26T09:12:00.000-07:00</published><updated>2008-03-26T15:43:33.466-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R-p19R8e2NI/AAAAAAAAAG8/xxMkXm7twRI/s1600-h/x1pc_jqddVOWRkFbg7_Iw_zOIk__erRM_0wDs7r__iQtqYvE-BGK7N0xqpNiDl83vVSJWAj7lAj2RxTqCB5eo92oviVlMxWwLgMQvoBuT-asjvxB2D_oIr9pn7-qsCFgPC-EtVI3ocxDMk.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:180%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182084016892729554" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 210px; CURSOR: hand; HEIGHT: 151px" height="209" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R-p19R8e2NI/AAAAAAAAAG8/xxMkXm7twRI/s320/x1pc_jqddVOWRkFbg7_Iw_zOIk__erRM_0wDs7r__iQtqYvE-BGK7N0xqpNiDl83vVSJWAj7lAj2RxTqCB5eo92oviVlMxWwLgMQvoBuT-asjvxB2D_oIr9pn7-qsCFgPC-EtVI3ocxDMk.jpg" width="274" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:180%;"&gt;                                    ◄ &lt;span style="font-family:verdana;color:#330000;"&gt;Ponto de contato&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#330000;"&gt; ◄&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O por do sol que me recordo é de um fim de tarde numa praia, em que a luz num vigor que se desvanecia, se refletia sobre o mar, e me angustiava, porque sentia a vida como momentos de monôtomia que aparece e se apaga, que segue um ciclo mecânico e sem sentido, e na qual damos significados para não sermos tragados por ela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-4687910902971567068?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/4687910902971567068/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=4687910902971567068' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/4687910902971567068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/4687910902971567068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/03/ponto-de-contato-o-por-do-sol-que-me.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R-p19R8e2NI/AAAAAAAAAG8/xxMkXm7twRI/s72-c/x1pc_jqddVOWRkFbg7_Iw_zOIk__erRM_0wDs7r__iQtqYvE-BGK7N0xqpNiDl83vVSJWAj7lAj2RxTqCB5eo92oviVlMxWwLgMQvoBuT-asjvxB2D_oIr9pn7-qsCFgPC-EtVI3ocxDMk.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-3690557494803789907</id><published>2008-03-26T08:49:00.000-07:00</published><updated>2008-03-26T15:43:57.935-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R-pzXB8e2MI/AAAAAAAAAG0/_AWKYj5AH1Y/s1600-h/lei_portrait.jpg"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182081160739477698" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 147px; CURSOR: hand; HEIGHT: 171px" height="201" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R-pzXB8e2MI/AAAAAAAAAG0/_AWKYj5AH1Y/s320/lei_portrait.jpg" width="177" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#330033;"&gt;&lt;strong&gt;Lições em Leibniz (Parte 2)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;L&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;eibniz tinha a preocupação na sua obra literária em dar "razão à razão" . Isso quer dizer que nem a tradição e nem a autoridade estariam acima do crivo racional. Não é porque algo é antigo, seguido e crido pela maioria ou que conte com a aprovação e o endossamento de alguém importante, sincero, inteligente e honesto que seja de fato verdadeiro. Se for por amor a verdade que as autoridades e a tradição existem, é por amor a essa mesma verdade que não temerão serem questionadas, julgadas e avaliadas. Ainda que aquilo que é ensinado seja belo, popular e traga bons frutos e sentimentos, isso não é o suficiente para provar a veracidade de uma idéia. A verdade por vezes é amarga e exige atitudes contrárias ao que a tradição consagrou. E mais, se a razão é de fato o crivo da verdade, pode-se dizer que a estrutura racional e as idéias que a compõe é algo que nasce conosco ou que é construído só a partir da experiência? Para dar conta de solucionar esse problema Leibniz esclarece que sua intenção é de comunicar sua filosofia de maneira a se fazer o mais entendido possível e não impressionar ou obscurecer com jogos de palavras. E dentro dessa intenção utilizou o recurso do diálogo, tão comum nos escritos filosóficos gregos. Para isso são criados dois personagens, Filaleto e Teófilo, o primeiro sendo uma espécie de porta voz das idéias de Locke, e o segundo do próprio Leibniz. Então, centraliza-se a discussão na origem do conhecimento e em torno do fundamento da verdade. Somente pela experiência através dos nossos sentidos conhecemos, ou trazemos algum conhecimento inato e que é desperto por essa mesma experiência? Contribuímos de alguma forma com o fundamento da verdade ou esse fundamento está em algo fora de nós? Essas são questões que o filósofo irá se debruçar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-3690557494803789907?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/3690557494803789907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=3690557494803789907' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/3690557494803789907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/3690557494803789907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/03/lies-em-leibniz-parte-2-l-eibniz-tinha.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R-pzXB8e2MI/AAAAAAAAAG0/_AWKYj5AH1Y/s72-c/lei_portrait.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-3617640468048368170</id><published>2008-03-25T18:19:00.000-07:00</published><updated>2008-03-26T15:39:42.705-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;color:#333300;"&gt;&lt;strong&gt;Filósofo do mês: Blaise Pascal&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/R-mnIB8e2LI/AAAAAAAAAGs/Zbf1rTzp7HM/s1600-h/Blaise_Pascal.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181856602669373618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 167px; CURSOR: hand; HEIGHT: 199px" height="233" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/R-mnIB8e2LI/AAAAAAAAAGs/Zbf1rTzp7HM/s320/Blaise_Pascal.jpg" width="221" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;"Não nos satisfazemos com a vida que temos em nós e no nosso próprio ser:desejamos viver na idéia dos outros uma vida imaginária,e, para isso, esforçamo-nos por fingir. Trabalhamos incansavelmente para embelezar e conservar nosso ser imaginário e negligenciamos o verdadeiro. E se temos tranquilidade, ou generosidade, ou fidelidade, apressamos em fazê-lo saber a todos, a fim de relacionar essas virtudes a esse nosso outro ser; e de bom grado as destacaríamos de nós para uni-las a ele; e seríamos prazerosamente covardes para adquirir a reputação de corajosos. Grande marca do vazio de nosso próprio ser, não estar satisfeito com um sem o outro, e renunciar muitas vezes a um pelo outro! Pois quem não morresse para conservar sua honra seria infame. Somos tão presunçosos que desejaríamos nos tornar conhecidos por toda a Terra,e até pelas pessoas que vierem quando nela não estivermos mais, e somos tão vãos que a estima de cinco ou seis pessoas que nos rodeiam nos diverte e nos compraz." (Pensamentos, página 72)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-3617640468048368170?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/3617640468048368170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=3617640468048368170' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/3617640468048368170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/3617640468048368170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/03/filsofo-do-ms-blaise-pascal-no-nos.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/R-mnIB8e2LI/AAAAAAAAAGs/Zbf1rTzp7HM/s72-c/Blaise_Pascal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-1142917856532177219</id><published>2008-03-25T18:07:00.000-07:00</published><updated>2008-03-26T15:44:30.126-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/R-miPx8e2KI/AAAAAAAAAGk/o8U88HhCGYA/s1600-h/Niccolo_Machiavelli-part.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181851238255220898" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 166px; CURSOR: hand; HEIGHT: 187px" height="265" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/R-miPx8e2KI/AAAAAAAAAGk/o8U88HhCGYA/s320/Niccolo_Machiavelli-part.png" width="223" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#330033;"&gt;Maquiavel e "O Príncipe" (Parte 2)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Antes de entrar para a segunda parte da discussão do livro, o autor sintetiza o que expôs na seção anterior, mostrando sua finalidade de apontar os tipos de principados, a causa do sucesso e da ruína deles, os modos como adquiri-los e conservá-los, isso tudo para introduzir o assunto seguinte – os meios ofensivos e defensivos utilizados por esses principados. Segue as bases essenciais desses principados – as boas leis e os bons exércitos. Focando-se os exércitos, o autor chega a advertir sobre o uso de mercenários ou auxiliares, recomendando a utilização de tropas próprias. As tropas mercenárias ou auxiliares são inúteis e perigosas, o príncipe nunca terá tranqüilidade e nem segurança, pois elas são desunidas, ambiciosas, sem disciplina, infiéis, corajosas diante dos amigos e covardes diante dos inimigos e sem temor a Deus. Querem ser soldados do patrão enquanto ele não faz guerra, mas ao romper esta, querem fugir ao compromisso. É grande a responsabilidade e importância do príncipe diante de sua tropa, e não deve cultivar outra arte a não ser a da guerra juntamente com as regras que ela requer para conservar seu estado.&lt;br /&gt;Na terceira parte do livro vemos a série de orientações que o autor dá para o príncipe ter um excelente desempenho político e se manter no poder. Para Maquiavel o príncipe deve se exercitar na guerra tanto na ação quanto na mente, deve ater-se ao seu modo de conduta diante dos súditos e seus amigos não preocupando-se em ter todas as qualidades mencionadas em seu livro, mas pelo menos aparentar tê-las, deve evitar se fazer odiado pelo povo conservando-o contente, cuidar da escolha correta dos ministros e evitar os bajuladores.&lt;br /&gt;Enfim, O Príncipe é recomendável para todos aqueles que queiram tomar contato com as mudanças que a política sofreu na modernidade. Apesar de ter sido escrito no século XVI, é ainda muito útil e atual, pois trata de questões e de posturas tão comuns e pertinentes na nossa política, possibilitando uma maior compreensão das ações de nossos governantes, para uma tomada de consciência maior na construção de nossa cidadania.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-1142917856532177219?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/1142917856532177219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=1142917856532177219' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/1142917856532177219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/1142917856532177219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/03/maquiavel-e-o-prncipe-parte-2-antes-de.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/R-miPx8e2KI/AAAAAAAAAGk/o8U88HhCGYA/s72-c/Niccolo_Machiavelli-part.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-3042730699693532779</id><published>2008-03-25T18:00:00.000-07:00</published><updated>2008-03-26T15:44:45.787-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R-mhjh8e2JI/AAAAAAAAAGc/s1-KBMAdUpc/s1600-h/principe.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181850478046009490" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 130px; CURSOR: hand; HEIGHT: 195px" height="240" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R-mhjh8e2JI/AAAAAAAAAGc/s1-KBMAdUpc/s320/principe.jpg" width="134" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Maquiavel e "O Príncipe" (Parte 1)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O Príncipe, escrito por Nicolau Maquiavel (1469-1527), é fruto de sua intensa observação e vivência no mundo político, foi dedicado ao estadista da República Florentina, Lorenzo de Médici, e podemos dividi-lo em pelo menos três partes: sobre os principados (Capítulo I a XI), sobre as milícias e exércitos (Capitulo XII e XIII) e sobre a conduta de um príncipe (Capítulo XIV a XXVI). Impresso em 1532, cinco anos após a morte de seu autor, ainda hoje é objeto de discussão e controvérsia, isso porque seu conteúdo transita pela delicada relação entre ética e política e suas implicações na formação do caráter de um governante. O livro ocupa-se em responder questões como – quais são os tipos de principados e como devem ser governados? Que função cumpre as leis e as armas nos principados? E de que maneira o príncipe deve proceder para se manter no poder?&lt;br /&gt;De início, observamos que a técnica literária utilizada por Maquiavel segue um estilo de “aconselhamento”, dando-se uma série de recomendações e orientações, afim de que possa surgir um defensor e redentor da Itália, num verdadeiro fervor patriótico. Utiliza-se para reforçar suas idéias de constante exemplos de nomes da política como Cesare Borgia, Francisco Sforza, Filipe da Macedônia e outros. Podemos notar a presença de um amoralismo, onde o príncipe deve agir sem consideração dos meios empregados para conseguir os fins visados.&lt;br /&gt;Na primeira parte, Maquiavel caracteriza o Estado como governos que têm poder sobre os homens, e são repúblicas ou principados. Segue mostrando que os principados são hereditários, novos e mistos. Mais adiante trata do principado civil e do eclesiástico. Este último é tão forte e de tanta eficácia que não importa como seus príncipes procedem e vivem, ainda assim mantêm-se no poder. Vemos nessa observação de Maquiavel uma cutucada na igreja em relação a sua conduta corruptível e força alienatória diante do povo. O autor aconselha que quem adquire um território, desejando conservá-lo, deve tomar em consideração duas coisas: uma, que a estirpe do seu antigo príncipe desapareça; a outra, não alterar as suas leis, nem os seus impostos. Assim, dentro de um brevíssimo tempo, formam um corpo só. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-3042730699693532779?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/3042730699693532779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=3042730699693532779' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/3042730699693532779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/3042730699693532779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/03/maquiavel-e-o-prncipe-parte-1-o-prncipe.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R-mhjh8e2JI/AAAAAAAAAGc/s1-KBMAdUpc/s72-c/principe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-7168300787690630636</id><published>2008-02-02T07:00:00.000-08:00</published><updated>2008-03-26T15:45:03.734-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6cCCcgFrtI/AAAAAAAAAFE/EsQ1wdpUJ3o/s1600-h/davidhumeb.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163097738837339858" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 149px; CURSOR: hand; HEIGHT: 221px" height="263" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6cCCcgFrtI/AAAAAAAAAFE/EsQ1wdpUJ3o/s320/davidhumeb.jpg" width="162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6SLFMgFrsI/AAAAAAAAAE8/DMr0e-pzT1g/s1600-h/davidhumeb.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#330033;"&gt;&lt;strong&gt;FILÓSOFO DO MÊS - DAVID HUME&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;"A maioria dos homens têm tendência natural para manifestar suas opiniões de modo afirmativo e dogmático e, como visualizam os objetos sob um único aspecto e como não têm qualquer idéia de argumentos opostos, lançam-se precipitadamente aos princípios para os quais estavam inclinados e não são indulgentes com aqueles que abrigam opiniões contraditórias. A dúvida ou suspeita gera perplexidade em seu entendimento, bloqueia sua paixão e interrompe sua ação. Portanto, impacientes para escapulir de uma situação que lhes é tão desagradável, os homens supõem que unicamente aderindo às afirmações violentas e crenças obstinadas conseguirão afastar-se o bastante dela. Mas, se tais homens que raciocinam dogmaticamente pudessem ter consciência da singular fragilidade do entendimento humano, inclusive em seu estado mais perfeito e quando é mais rigiroso e prudente em suas resoluções, semelhante reflexão os inspiraria naturalmente a ter mais modéstia e reserva, diminuindo a exagerada opinião que têm de si mesmos e seus preconceitos contra os adversários. Os ignorantes devem refletir acerca da situação dos sábios que, embora usufruindo de todas as vantagens advindas do estudo e da reflexão, se mostram geralmente desconfiados de suas afirmações. E, se algum sábio tende, por seu temperamento natural, à altivez e à obstinação, uma leve tintura do pirronismo poderia abater seu orgulho e mostrar-lhe que as poucas vantagens que obteve sobre seus semelhantes são insignificantes se comparadas à confusão e à perplexidade universais inerentes à natureza humana. Em geral, há um grau de dúvida, de prudência e de modéstia que, nas investigações e nas decisões de todo gênero, deve sempre acompanhar o homem que raciocina corretamente.(...)Aqueles que têm propensão para a filosofia continuarão ainda suas pesquisas, porque refletem que, além do prazer imediato que acompanha tal ocupação, as decisões filosóficas nada mais são do que reflexões sobre a vida cotidiana, metodizadas e corrigidas."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;(Investigação acerca do entendimento humano - página 151-152)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-7168300787690630636?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/7168300787690630636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=7168300787690630636' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/7168300787690630636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/7168300787690630636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/02/filsofo-do-ms-david-hume-maioria-dos.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6cCCcgFrtI/AAAAAAAAAFE/EsQ1wdpUJ3o/s72-c/davidhumeb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-3531473395189636942</id><published>2008-01-30T13:04:00.000-08:00</published><updated>2008-03-26T15:45:22.132-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DrO8gFrrI/AAAAAAAAAE0/MmNagl6FMJI/s1600-h/PICTURE.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161383814958001842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 284px; CURSOR: hand; HEIGHT: 217px" height="236" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DrO8gFrrI/AAAAAAAAAE0/MmNagl6FMJI/s320/PICTURE.jpg" width="284" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#330033;"&gt;Dawson's Creek e Filosofia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Nem toda obra cinematográfica estimula a reflexão filosófica, algumas delas são verdadeiras armas de alienação e outras visam mais o entretenimento reproduzindo o imaginário popular e o senso comum. Dawson's Creek destaca-se como uma série que mais do que entreter, discute situações e problemas sob um olhar crítico e atípico. Em seis temporadas conta a vida de cinco amigos, Dawson, Joey, Pacey, Jen e Jack que em Capeside, uma pequena cidade do litoral, perto de Boston, convivem com os mais diferentes tipos de problemas no cotidiano, que os fazem crescer para entender melhor o mundo em que vivem. Em meio aos dramas do dia a dia,aprendem que com amor e amizade, o caminho que percorrem será bem menos difícil de suportar. A série discute temas como: adultério feminino, abuso do poder, politica, ética, religião e intolerância, homoafetividade, liberdade, dialética, morte, uso de drogas, preconceito e muito mais. Cada temporada surpreende por não se conformar com os típicos desfechos esperados aos personagens de uma série que trata de jovens e seus dilemas. Difícil não se emocionar com as perdas e o resgate da essência do que é amizade que permeia toda a série. Os episódios tornam-se vivos e marcates a medida que dialogam com os telespectadores fazendo-os refletir sobre o tempo em que vivem, levando-os à necessidade de quebra de paradigmas e de assumir mudanças efetivas. Uma boa opção para aqueles que gostam de pensar as possibilidades do ensino de filosofia através da TV.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-3531473395189636942?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/3531473395189636942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=3531473395189636942' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/3531473395189636942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/3531473395189636942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/01/dawsons-creek-e-filosofia-nem-toda-obra.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DrO8gFrrI/AAAAAAAAAE0/MmNagl6FMJI/s72-c/PICTURE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-1563136279353365664</id><published>2008-01-30T12:37:00.000-08:00</published><updated>2008-02-02T08:17:54.092-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DgP8gFrqI/AAAAAAAAAEs/Dh7FudORHsA/s1600-h/8.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161371737509965474" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 159px; CURSOR: hand; HEIGHT: 161px" height="231" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DgP8gFrqI/AAAAAAAAAEs/Dh7FudORHsA/s320/8.jpg" width="213" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Meus aforismos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;◘ "Descobri que sou um ninguém pensando ser alguém, ou um alguém pensando ser ninguém."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "Acabei de perceber que busco sentido nas coisas, quando elas não precisam, pois são o que cada um quer que elas sejam.Cada um põe a felicidade onde quer."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "Entendi que o mundo é um choque de egos em que não há vencedores, apenas perdedores."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "Acordei a tempo de poder olhar para mim mesmo e ver quão complexo, mutável e estranho sou."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "Compreendi que a verdadeira amizade é estar de bem consigo mesmo.O melhor amigo do homem é ele mesmo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "Cheguei a conclusão de que podemos confundir a luz do sol com a do candeeiro.E isso doi, porque está além da matéria, ultrapassa o que a maioria medíocre enxerga."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "Com colírio nos olhos beijo a angústia, pois ela é a oportunidade do encontro que tenho comigo mesmo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "Sei que aquilo que penso determina aquilo que vivo, por isso lutarei até o fim para poder pensar o que quero, só assim farei realmente o que quero."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "É incrível a habilidade que temos para errar conosco, com os outros e com o Infinito."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "O caminho mais cômodo, mais fácil e mais aceito nem sempre é o melhor.Estou em busca do melhor!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "É preciso saber lidar com o que foi, com o que é, e com o que será, do contrário podem ser entraves. O que foi, quando poderia ter sido e não foi, o que é ao que está pronto, acabado e não poderá ser o que não é. E o que será pela expectativa que não deixa espaço para a contingência."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "Ser livre é não perder a visão das possibilidades.E nas possibilidades está a complexidade humana"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "Se você acha que pode determinar o que os outros são com base no que dizem que devemos ser, e no que a maioria acreditou que todos fossem e até mesmo no que você é, pode crer que desconhece o que é profundo, e ainda está preso a superfície, ao preconceito e a alienação."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "Dou gargalhadas dos que me julgam, porque ignoram que a cada segundo não sou o que sou, mas aquilo que não sou. O eu que se julga não é mais o mesmo quando acaba o processo de julgamento."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "Triste é aquele que não enxerga além do preconceito, não olha o coração, mas o rótulo, tem medo dos outros e não de si mesmo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "O dado não é um material bruto que se oferece ao pensamento, mas sim aquilo que o pensamento pode encontrar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "Livre pensador é aquele que pode pensar em coisas que jamais pensou que ia pensar. Numa mente aberta sempre há espaços!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "O meu crepúsculo é minha maior esperança, porque é o anúncio de uma nova aurora."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "Lidar com o outro não é como jogar numa "roleta russa", afinal o outro é extensão de mim mesmo e não simples receptáculos das carências das quais não tenho pleno domínio.Se não houver satisfação em si não haverá no outro."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;◘ "Quando as ilusões perdem as máscaras, então resta o abismo do nada.E porque não mergulhar no nada?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nietzche tinha razão: o fim de todo filósofo é enlouquecer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-1563136279353365664?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/1563136279353365664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=1563136279353365664' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/1563136279353365664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/1563136279353365664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/01/meus-aforismos-descobri-que-sou-um.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DgP8gFrqI/AAAAAAAAAEs/Dh7FudORHsA/s72-c/8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-8200575400510829364</id><published>2008-01-30T12:28:00.000-08:00</published><updated>2008-02-02T08:18:06.045-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DeN8gFroI/AAAAAAAAAEc/TAQn_l2JZqM/s1600-h/RDescartes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161369504126971522" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DeN8gFroI/AAAAAAAAAEc/TAQn_l2JZqM/s320/RDescartes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#cc0000;"&gt;René Descartes e o Discurso do Método (Parte 2)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na terceira parte, delineia uma espécie de moral provisória que não firam frontalmente seu método. Sendo a primeira obedecer a lei do país e se manter firme na religião em que se é instruído na infância, a segunda de ser firme e decidido nas ações, a terceira e de se preocupar primeiramente consigo mesmo do que com os outros ou do que está ao redor, enfim o de utilizar toda a vida em cultivar a razão e progredir no conhecimento da verdade. Na quarta passa pelas questões metafísicas provando a existência de Deus e da alma humana. Neste ponto ele chega a sua celebre frase: “penso, logo existo”. Mostrando que o homem pode duvidar de tudo, menos de que duvida, ou seja, se duvida, exerce a função do pensamento, e se pensa, existe. Sendo possível pensar a existência sem o corpo, e que é possível negar a existência do corpo mas não da alma pensante que é condição essencial para a existência,segue que a alma é distinta do corpo. Vinculando a idéia de pensar e buscar o conhecimento, há busca de um conhecimento mais perfeito, logo o ideal de perfeição, e se há o ideal há algo que lhe corresponda, ou o Ser correspondente, em outras palavras - Deus, de quem tudo o que se possui vem. A quinta parte é a mais densa de toda obra, e mais cansativa, trata da análise astronômica física de alguns fenômenos e por fim biológica quando se trata do funcionamento do coração e da circulação do sangue humano, finalizando com a distinção entre o homem e os animais destacando-se dois fatores: os animais não utilizam palavras ou outros sinais, arranjando-os como os homens o fazem para manifestar os pensamentos, e, os animais não agem por conhecimento mas por disposição de seus orgãos. Sendo assim, as almas dos animais não é da mesma natureza que as humanas, que são imortais. Por fim, na sexta parte, Descartes disserta acerca da importância de se dominar a natureza, por um conhecimento científico preciso a fim de se buscar o bem de todos, e as razões de ter escrito seu livro. Sendo a primeira, a má impressão a respeito de si e de suas motivações que poderia despertar nos outros se não publicasse sua obra, e a segunda o temor de falhar consigo mesmo e com seu público de não ter deixado coisas melhores do que poderia ter deixado. Em suma, Discurso do Método é um livro atual que trata das bases do conhecimento humano, do auxílio da dúvida na busca da verdade e da construção do conhecimento científico através de um método rigoroso e preciso, indicado para todo amante do saber e principalmente para aqueles que levam a sério seu ato de pensar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-8200575400510829364?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/8200575400510829364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=8200575400510829364' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/8200575400510829364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/8200575400510829364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/01/ren-descartes-e-o-discurso-do-mtodo_30.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DeN8gFroI/AAAAAAAAAEc/TAQn_l2JZqM/s72-c/RDescartes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-8443705422067416954</id><published>2008-01-30T12:22:00.000-08:00</published><updated>2008-02-02T08:18:47.821-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DdR8gFrnI/AAAAAAAAAEU/FU4K3AOrSmA/s1600-h/8572324089.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161368473334820466" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DdR8gFrnI/AAAAAAAAAEU/FU4K3AOrSmA/s320/8572324089.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;René Descartes e o Discurso do Método (Parte 1)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:180%;"&gt;&lt;em&gt;N&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;ascido em La Haye, França, no dia 31 de março de 1596, René Descartes estudou num colégio jesuíta e depois se formou em Direito. Engajou-se no serviço militar na Holanda, viajou pela Europa e no fim de seus dias viveu na Suécia, onde veio a falecer em 1650. Entre suas principais obras estão: Meditações, Regras para a Direção do Espírito, Princípios de Filosofia, As Paixões da Alma e Discurso do Método. Este último é um dos livros que constitui a base de sua epistemologia. Conforme o próprio livro informa está dividido em seis partes. Na primeira, há diversas considerações sobre a ciência. Na segunda, as principais regras sugeridas por ele para a prática científica. Na terceira, algumas das justificativas do método. Na quarta, as provas da existência de Deus e da alma humana,ou seja, os fundamentos da metafísica. Na quinta, Descartes faz algumas aplicações do método a questões físicas e relativas à medicina; também as particularidades da alma humana. Por fim, na sexta, as razões que o levaram a escrever o tratado e aquilo que Descartes acredita ser essencial para o progresso do conhecimento .Descartes abre a primeira parte do seu livro mostrando um pouco de suas vivências, sua determinação em desenvolver seu método e os caminhos que perseguiu. Em linhas gerais menciona a teologia, a filosofia, a jurisprudência e a medicina e suas respectivas funções. Mostrando o cuidado com que teve de procurar distinguir o verdadeiro do falso, de rejeitar a credulidade e a precipitação, e de determinar-se a examinar a si mesmo. O fim da primeira parte está embricado na segunda quando continua a relatar a experiência de seu auto-conhecimento quando esteve sozinho na Alemanha, a sua firme constatação da necessidade de reformar e construir seus próprios pensamentos, desembocando nas quatro regras de seu método: o de nunca aceitar alguma coisa como verdadeira que não fosse conhecida evidentemente como tal, evitando toda precipitação e prevenção; o de dividir as dificuldades para que melhor fossem analisadas; a condução do pensamento dos objetos mais simples aos mais complexos; e o de poder elaborar enumerações completas e revisões de que tivesse certeza de nada omitir. Na verdade, o Discurso propõe um modelo quase matemático para conduzir o pensamento humano, uma vez que a matemática tem por característica a certeza, a ausência de dúvidas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-8443705422067416954?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/8443705422067416954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=8443705422067416954' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/8443705422067416954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/8443705422067416954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/01/ren-descartes-e-o-discurso-do-mtodo.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DdR8gFrnI/AAAAAAAAAEU/FU4K3AOrSmA/s72-c/8572324089.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-7864117428231128330</id><published>2008-01-30T11:54:00.000-08:00</published><updated>2008-02-02T08:19:05.738-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DYTsgFrmI/AAAAAAAAAEE/oG41_svNyXA/s1600-h/libertacao-ii.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161363005841452642" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DYTsgFrmI/AAAAAAAAAEE/oG41_svNyXA/s320/libertacao-ii.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;▼ &lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Ponto de contato&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; ▼&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pare por um momento e reflita.Já pensou que as coisas estão aparentemente certas, porém estão profundamente erradas?Olhe a sua volta, observe as pessoas com que entra em contato e as que passam rapidamente pela sua vida, no metrô, no trem, nas ruas e avenidas desse país. Percebe as expressões sofridas, cansadas e tristes da maioria? Você se sente incomodado ou satisfeito ao ver que os indivíduos são escravizados pela rotina e pelas idéias propagadas pela mídia? Será que a resposta está mesmo no consumo desenfreado, naquilo que é tradicionalmente honrado e no mecanismo em que as coisas parecem funcionar? Está na hora de romper com esse círculo vicioso e perverso em que estamos inseridos. Precisamos nos descobrir realmente, e lutar pela liberdade. Liberdade de poder ser diferente, de discordar da maioria, de rejeitar as convicções que nos foram implantadas, de andar na contramão do sistema, de olhar para as pessoas e não ver "fontes de lucro", mas ter real interesse nelas. Que possamos nos despojar de todo preconceito, religiosidade, misticismo, politicagem, malandragem e violência.Que apliquemos o colírio da reflexão e rompamos com as ataduras dos valores que a sociedade espera que tenhamos e que nos faz meros exércitos de robôs.Possamos ousar ser!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-7864117428231128330?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/7864117428231128330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=7864117428231128330' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/7864117428231128330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/7864117428231128330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/01/ponto-de-contato-pare-por-um-momento-e.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DYTsgFrmI/AAAAAAAAAEE/oG41_svNyXA/s72-c/libertacao-ii.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-7390193892746307346</id><published>2008-01-30T11:42:00.000-08:00</published><updated>2008-02-02T08:19:23.271-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#cc0000;"&gt;&lt;em&gt;Filosofia e Cidadania&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DVPsgFrlI/AAAAAAAAAD8/HKUArSFt8B4/s1600-h/405482016.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161359638587092562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DVPsgFrlI/AAAAAAAAAD8/HKUArSFt8B4/s320/405482016.jpg" border="0" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) a educação para o exercício da cidadania é o objetivo da Filosofia. Mas o que é cidadania? Segundo o Dicionário Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, “cidadania é a qualidade ou estado do cidadão”, entende-se por cidadão “o indivíduo no gozo dos direitos civis e políticos de um estado, ou no desempenho de seus deveres para com este”. No sentido etimológico da palavra, cidadão deriva da palavra civita, que em latim significa “cidade”, e que tem seu correlato grego na palavra politikos – aquele que habita na cidade. É sabido que uma educação filosófica visa a autonomia e leva em consideração as problemáticas sociopolíticas, por isso não pode deixar de lado a formação do cidadão.Ser cidadão conforme podemos observar até mesmo na definição citada acima envolve atitude, é participar ativa e conscientemente na comunidade a qual se está inserido. Refletindo sobre a realidade do nosso país, pode-se apontar que ainda não conseguiu-se realizar o ideal de cidadania, ainda há privilégios para as elites. Urge no Brasil a necessidade de uma cidadania que seja ativa e que promova uma forma de ação política possível para o benefício de todo o conjunto da sociedade. Onde está a cidadania diante do quadro de desigualdade sócio-econômica que vivenciamos? Não é qualquer educação que colaborará com a construção da cidadania, mas uma voltada para a singularização dos indivíduos, para a constituição de mentes livres e criativas, e de seres humanos que tomem em suas mãos os destinos de suas vidas e comunidades,e ai entra a importância da Filosofia nessa construção. São os atos de cidadania que educam para a cidadania, e nós como professores devemos nos preocupar com nossa postura e atos em sala de aula, pois que tem grande influência, é a chamada pedagogia do exemplo. Para a filosofia cumprir seu papel de formar cidadãos não é somente necessário o estudo da história da filosofia, mas o exercício do filosofar na busca da construção de um pensamento próprio frente ao cotidiano e a vida, e que promova a liberdade, a criatividade e a solidariedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-7390193892746307346?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/7390193892746307346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=7390193892746307346' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/7390193892746307346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/7390193892746307346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/01/d-e-acordo-com-os-parmetros.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DVPsgFrlI/AAAAAAAAAD8/HKUArSFt8B4/s72-c/405482016.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-401166847984082406</id><published>2008-01-27T07:11:00.000-08:00</published><updated>2008-01-27T07:16:51.217-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/R5ygMsgFrhI/AAAAAAAAADg/LL6640yldwU/s1600-h/pensador.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160175413024370194" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/R5ygMsgFrhI/AAAAAAAAADg/LL6640yldwU/s320/pensador.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:130%;color:#003300;"&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Epicuro e a filosofia do prazer (Parte 3)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;Prosseguindo, vimos que para Epicuro ainda era necessário mais um passo para conduzir o homem a felicidade. E este era a procura do prazer e a fuga da dor. Talvez você pergunte: "Que significa isso?" Vamos então ao esclarecimento:&lt;br /&gt;Sobre esse ponto, Epicuro entendia que o sábio reconhecia que havia diferentes tipos de prazer, e sabia selecioná-los e dosá-los. O ponto de partida para a felicidade estaria então na satisfação dos desejos físicos, naturais. Porém, essa satisfação, para não acarretar sofrimentos, deveria ser contida, reduzindo-se ao estritamente necessário.Poderia se classificar os tipos de prazer em dois niveis: "prazer de movimento" e "prazer de repouso". O prazer de movimento seria o da satisfação física imediata e mutável; enquanto que o de repouso seria o de dimensão ética que era constituído pela 'ataraxia'(ausência de perturbação) e pela 'aponia' (ausência de dor). Para se chegar a esse prazer de repouso era necessário criar a consciência de que é necessário renunciar a todo prazer que possa ser fonte de aflição e aceitar a dor quando ela é portadora de um bem futuro. Dessa forma era então o homem capaz de ser feliz e sereno independente das circunstâncias. À dor presente, ensina Epícuro, pode-se escapar por meio da lembrança dos prazeres passados ou pela expectativa de prazeres futuros. Interiormente, o homem é livre para jogar, à vontade, com as imagens (eidola) que seriam resquícios corpóreos de suas sensações.&lt;br /&gt;Epicuro fazia da contemplação intelectual e das delícias da amizade os mais elevados prazeres, legou às éticas posteriores uma lição que nunca mais será esquecida: a de que o homem também pode se sustentar de recordações e de esperanças.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-401166847984082406?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/401166847984082406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=401166847984082406' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/401166847984082406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/401166847984082406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/01/epicuro-e-filosofia-do-prazer-parte-3.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/R5ygMsgFrhI/AAAAAAAAADg/LL6640yldwU/s72-c/pensador.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-5167734547087250796</id><published>2008-01-27T07:07:00.000-08:00</published><updated>2008-01-27T07:11:27.232-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R5ye98gFrgI/AAAAAAAAADY/7iVN5iqj1g4/s1600-h/epicuro2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160174060109671938" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R5ye98gFrgI/AAAAAAAAADY/7iVN5iqj1g4/s320/epicuro2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;Epicuro e a filosofia do prazer (Parte 2)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Epicuro apesar de sua debilidade física, era alguém positivo e que influenciava muito as pessoas. Qual era o segredo? Epicuro acreditava que a filosofia devia servir o homem como instrumento de libertação e como via de acesso à verdadeira felicidade. Para Epicuro haviam dois temores que impediam o homem de encontrar a felicidade: o medo dos deuses e o medo da morte. Qualquer semelhança com o medo dos nossos dias não é mera coicidência.Com relação a vencer o medo dos deuses, Epicuro refletia da seguinte forma: Os deuses de fato existiam, porém eram tão perfeitos, que jamais se misturariam conosco ou estariam se preocupando conosco, haja vista que somos imperfeitos e fracos. Em outras palavras, eles desconhecem o mundo imperfeito humano e não atuam sobre ele. Quanto ao medo da morte, não há também porque temê-la. Ela não seria mais que a dissolução do aglomerado de átomos que constitui o corpo e a alma. A morte, portanto, não existe enquanto o homem vive e este não existe quando ela sobrevêm. A libertação do medo dos deuses e da morte não basta para conduzir o homem a verdadeira felicidade, ainda era necessário mais uma coisa. E é o que veremos no próximo artigo, finalizando a reflexão sobre a filosofia epicurista.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-5167734547087250796?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/5167734547087250796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=5167734547087250796' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/5167734547087250796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/5167734547087250796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/01/epicuro-e-filosofia-do-prazer-parte-2.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R5ye98gFrgI/AAAAAAAAADY/7iVN5iqj1g4/s72-c/epicuro2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-8723900655196851954</id><published>2008-01-27T06:58:00.000-08:00</published><updated>2008-01-27T07:05:02.428-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/R5ydUcgFrfI/AAAAAAAAADQ/n4G4II3IaDg/s1600-h/epicuro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160172247633473010" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/R5ydUcgFrfI/AAAAAAAAADQ/n4G4II3IaDg/s320/epicuro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Epicuro e a filosofia do prazer (Parte 1)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se lhe perguntasse: "Você é feliz?" - o que você me responderia? Não sei sua resposta, mas já fiz essa pergunta para dezenas de pessoas e a grande maioria dizia que 'não era feliz', mas estavam 'buscando a felicidade'.&lt;br /&gt;E você sabia que houve um filósofo chamado Epicuro que buscou também o caminho da felicidade,e filosofou a respeito disso? Pois é, para Epicuro o bem supremo da vida é a felicidade. Mas talvez você me pergunte: "quem era esse filósofo e o que ele tinha a dizer à respeito da felicidade?" E é isso o que vamos ver agora...&lt;br /&gt;Epicuro viveu na Grecia, mais especificamente na cidade de Atenas entre 341-270 a.C.. Tinha uma doença muito terrivel que o atrofiava, porém era alguém com quem as pessoas gostavam de estar junto. Epicuro era descrito como bondoso, alguém que cultivava as amizades, auxiliava os irmãos e tratava delicadamente os escravos. Fico a imaginar que existem pessoas que por menos problemas se tornam amargas, inacessíveis e grossas. De fato, Epicuro era um exemplo! Um dos seguidores de sua filosofia, um poeta romano chamado Lucrécio disse dele: "Foi um deus, sim, um deus, aquele que primeiro descobriu esta maneira de viver que agora se chama sabedoria, aquele que por sua arte nos fez escapar de tais tempestades e de tais noites, para colocar nossa vida numa morada tão calma e tão luminosa." &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-8723900655196851954?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/8723900655196851954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=8723900655196851954' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/8723900655196851954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/8723900655196851954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/01/epicuro-e-filosofia-do-prazer-parte-1.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/R5ydUcgFrfI/AAAAAAAAADQ/n4G4II3IaDg/s72-c/epicuro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-6393325903351730990</id><published>2008-01-05T08:46:00.000-08:00</published><updated>2008-01-05T09:03:55.325-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R3-4WIzx1eI/AAAAAAAAADI/XwoFbah-l0Q/s1600-h/1073454139.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152039189196428770" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R3-4WIzx1eI/AAAAAAAAADI/XwoFbah-l0Q/s320/1073454139.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#006600;"&gt;Filósofo do mês: Aristóteles&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Duas condições são necessárias para alcançar o bem geral; primeiramente, que haja um ideal e que o fim que se porpõe sej alouvável;depois, que se encontrem quais são os atos que podem conduzir a esse fim.Essas duas condições podem ou não concordar-se. Ora, o fim é excelente, mas erra-se no meio de atingi-lo. Umas vezes têm-se todas as possibilidades de alcança-lo, mas o fim proposto é mau. Outras vezes erra-se ao mesmo tempo no fim e nos meios, como acontece na Medicina, quando julga mal o estado de saúde do corpo, e não encontra os meios de atingir o fim que se propõe. Ora, nas artes e nas ciências, é preciso apontar magistralmente ao alvo e aos meios que a ele conduzem. É claro que todos os homens aspiram à virtude e à felicidade; mas uns podem atingi-las, outros não (asim o quer o acaso ou a natureza). A virtude necessita de uma certa quantidade de meios, que deve ser pequena para aqueles que são melhores dispostos, e maior para os que têm disposições menos favoráveis. Outros, finalmente, extraviam-se desde os primeiros passos na procura da felicidade, embora possuam todas as faculdades exigidas. Já que o objeto que nos propomos é a procura da melhor constituição, já que a melhors constituição é aquela que dá a melhor administração da cidade, e que a melhor administração da cidade é a que proporciona a maior soma de felicidade, segue-se que é preciso antes saber o que é a felicidade.(...)A felicidade é o resultado e o desenvolvimento completo da virtude, não relativa, mas absoluta. Ora, por virtude relativa entendo aquela que se aplica aos atos necessários,e por virtude absoluta é que se dirige unicamente ao belo.(...)Por oposição, os atos que têm por objetivo a honra e abundância de bens da alma, são o que há de mais belo no sentido absoluto.(...) Na Moral, definimos o homem virtuoso como sendo aquele cuja virtude eleva os bens interiores à altura de bens absolutos. É evidente que a maneira pela qual deles faz uso é forçoasamente nobre e bela no sentido absoluto. Eis no entanto que o vulgar julga que os bens exteriores são causas da felicidade, como se o talento e a perfeição com que o músico toca a lira fossem devido mais à qualidade do instrumento que à habilidade do artista."(Aristóteles -A Política - página 105)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-6393325903351730990?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/6393325903351730990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=6393325903351730990' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6393325903351730990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6393325903351730990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/01/filsofo-do-ms-aristteles-duas-condies.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R3-4WIzx1eI/AAAAAAAAADI/XwoFbah-l0Q/s72-c/1073454139.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-6840936321456336199</id><published>2008-01-01T05:05:00.000-08:00</published><updated>2008-01-01T05:31:03.684-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/R3o_t4zx1dI/AAAAAAAAADA/7CUF0vipBPY/s1600-h/n047p05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150499181427807698" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/R3o_t4zx1dI/AAAAAAAAADA/7CUF0vipBPY/s320/n047p05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#006600;"&gt;Pérolas da filosofia de Erich Fromm&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Erich Fromm (1900-1980) foi um filósofo e psicanalista alemão, autor de muitas obras, entre as quais "O Medo e a Liberdade", "A sociedade sã" e "A Arte de Amar", estudou e refletiu sobre a influência da sociedade e da cultura no indivíduo.Para Fromm, a personalidade de um indivíduo era o resultado de fatores culturais e biológicos. Neste aspecto estava em desacordo com Freud, que privilegiava sobretudo os aspectos inconscientes do psiquismo. Fromm integrou os aspectos socio-económicos na explicação das neuroses e estabeleceu um relacionamento entre o marxismo e a psicanálise. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Penso que algumas das idéias de Fromm podem contribuir para uma entrada de ano consciênte, certa das possibilidades de exito e preparada para lidar com as frustrações, fazendo uso delas para nosso crescimento pessoal e autonomia. Vejamos:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;* A pessoa torna-se livre e cresce através de atos de desobediência, que é condição de liberdade. Temos assim a capacidade de duvidar, de criticar e de desobedecer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;* Aceitação do fato de que ninguém e nada fora de nós pode dar significado à nossa vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;* Desenvolver a própria fantasia, não como fuga de circunstâncias intoleráveis, senão como antecipação de possibilidades concretas, como meio para superar circunstâncias intoleráveis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;* Dar-se conta de que o mal e a destrutividade são consequências necessárias da falência do propósito de crescer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para terminar algumas citações diretas e importantíssimas de Fromm:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Os fatos não são, na sociedade, a realidade última na qual o conhecimento encontraria o seu próprio fundamento e critério, porque eles próprios são mediados pela sociedade."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"O perigo do passado era que os homens se tornassem escravos. O perigo do futuro é que os homens se tornem autómatos."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"A maior parte das pessoas vê no problema do amor, em primeiro lugar, o problema de ser amado, e não o problema da própria capacidade de amar."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"A ânsia de poder não é originada da força, mas da fraqueza."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"A principal tarefa na vida de um homem é a de dar nascimento a si próprio."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-6840936321456336199?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/6840936321456336199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=6840936321456336199' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6840936321456336199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6840936321456336199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2008/01/prolas-da-filosofia-de-erich-fromm.html' title=''/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/R3o_t4zx1dI/AAAAAAAAADA/7CUF0vipBPY/s72-c/n047p05.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-5434914488465706398</id><published>2007-12-24T09:39:00.000-08:00</published><updated>2008-02-02T08:19:56.197-08:00</updated><title type='text'>Lições em Leibniz</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R2_0AIzx1cI/AAAAAAAAAC4/Dr7GyJ4j_rA/s1600-h/7723_Leibniz2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5147601182309602754" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R2_0AIzx1cI/AAAAAAAAAC4/Dr7GyJ4j_rA/s320/7723_Leibniz2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Gottfried Wilhelm Leibniz(1646-1716), alemão de nascimento, foi um dos maiores filósofos modernos, com sua filosofia otimista e conciliadora escreveu grandes obras que trazem importantes legados para o pensamento dos nossos dias. Uma de suas obras inspiradoras é "Novos Ensaios sobre o Entendimento Humano"(1701-1704), escrita em forma de diálogos(estilo de Platão) constando em dois volumes. No primeiro estão "As Noções Inatas" e "As Idéias", e no segundo estão "As Palavras" e "O Conhecimento". Este livro parte de críticas sobre as idéias de outro filósofo, John Locke, que escrevera "Ensaio sobre o Entendimento Humano". Conforme sua própria descrição,Leibniz posiciona-se em Platão enquanto Locke em Aristóteles, ainda que ambos não concordem integralmente com tudo o que os filósofos gregos ensinem. No quesito teoria do conhecimento temos então que Leibniz é idealista e Locke empirista, isso equivale dizer que enquanto que para o primeiro existem idéias inatas, para o segundo as idéias surgem com a experiência.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ainda que Leibniz discorde de muitos dos posicionamentos de Locke, com todo tato e maestria não utiliza de artíficios para denigrir a filosofia deste afim de que a sua se sobressaia, atitude muito comum em alguns escritores dos nossos dias, mas reconhece a contribuição de Locke bem como sua seriedade e amor pela verdade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-5434914488465706398?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/5434914488465706398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=5434914488465706398' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/5434914488465706398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/5434914488465706398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/12/lies-em-leibniz.html' title='Lições em Leibniz'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/R2_0AIzx1cI/AAAAAAAAAC4/Dr7GyJ4j_rA/s72-c/7723_Leibniz2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-3101808610588202783</id><published>2007-09-01T15:54:00.001-07:00</published><updated>2007-09-01T15:55:48.280-07:00</updated><title type='text'>Amizade...é possível!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/Rtnt59V7_iI/AAAAAAAAACw/6f8A0LaEJJc/s1600-h/308415.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5105373232576069154" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/Rtnt59V7_iI/AAAAAAAAACw/6f8A0LaEJJc/s320/308415.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quem de nós nunca precisou da ajuda de outros? É triste constatar que existem pessoas que ainda se julgam auto-suficientes.A verdade é que todos nós precisamos de ajuda de vez em quando - para enfrentar um problema grave, suportar uma perda dolorosa ou agüentar uma provação difícil. Quando precisam de ajuda, muitos recorrem a um amigo que se importa com eles. Conversar com um amigo assim pode tornar o problema mais fácil de suportar. Mas quem está diposto a ser de fato amigo? 'Amigo' é pequena palavra, mas com profundo significado. Dia desses estava conversando com minha irmazinha acerca da importância da amizade, e disse que existem dois amigos que nunca nos decepcionam: um bom livro e Deus.Ao que minha irmã retrucou indagando se os humanos também nãopoderiam ser amigos. Então respondi: entendo que o amigo humano que procuramos é aquele que gosta do que você gosta, sente como você sente, pensa como você pensa, age como você age, e está ao seu lado para o que der e vier. Quem se qualifica para tal? Apesar disso, ser amigo não é um 'bicho-de-sete-cabeças.Já ouvi uma frase que diz que aquele que quer amigos, deve primeiro se tornar um. O passo mais importante então é querer ser. Quanto a corresponder áquele com quem se quer fazer amizade, isso requer amor e esforço, nada que para uma boa amizade não valha a pena.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-3101808610588202783?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/3101808610588202783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=3101808610588202783' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/3101808610588202783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/3101808610588202783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/09/amizade-possvel.html' title='Amizade...é possível!'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/Rtnt59V7_iI/AAAAAAAAACw/6f8A0LaEJJc/s72-c/308415.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-4206754492119743706</id><published>2007-09-01T15:48:00.000-07:00</published><updated>2007-09-01T15:53:28.723-07:00</updated><title type='text'>Pensando poeticamente</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RtntX9V7_hI/AAAAAAAAACo/ITpN8imBDfA/s1600-h/depre.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5105372648460516882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RtntX9V7_hI/AAAAAAAAACo/ITpN8imBDfA/s320/depre.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Já me resignei a 'não ser'&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Porque 'ser' é sofrer&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;'Ser' é buscar e não encontrar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;'Ser' é sonhar e não realizar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;'Ser' é esperar e não alcançar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;'Ser' é acreditar e se decepcionar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;'Ser' é viver mas não sentir&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;'Ser' é amar e não ser amado&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;'Ser' é falar e não ser ouvido&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;'Ser' é observar e não ser notado&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;'Ser' é querer amigos e não ter amigos&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;'Ser' é compreendere não ser compreendido&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;'Ser' é pensar conhecer, mas ignorar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se pudesse 'não ser', não seria&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Que então fazer?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Deixar a vida?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não sei, e se sei que não sei, sei que sou 'ser'! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-4206754492119743706?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/4206754492119743706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=4206754492119743706' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/4206754492119743706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/4206754492119743706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/09/pensando-poeticamente.html' title='Pensando poeticamente'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RtntX9V7_hI/AAAAAAAAACo/ITpN8imBDfA/s72-c/depre.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-1254636158251200007</id><published>2007-09-01T15:44:00.000-07:00</published><updated>2007-09-01T15:47:57.235-07:00</updated><title type='text'>Ira, é razoável?</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RtnsE9V7_gI/AAAAAAAAACg/jvDev8nj5HY/s1600-h/CA2N8DE9.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5105371222531374594" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RtnsE9V7_gI/AAAAAAAAACg/jvDev8nj5HY/s320/CA2N8DE9.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;'Ira' é descrita nos dicionários como 'cólera', 'raiva contra alguém ou algo' e 'desejo de vingança'. Todo o homem alguma vez na vida já se sentiu irado, alguns são tomados pela ira quando são tratados rispidamente, outros quando são ignorados, e ainda outros quando se sentem lesados em seus direitos. O indivíduo irado sente-se como que entalado, sufocado por algo, a ponto de “explodir”. Se não explode de imediato, acaba carregando esse sentimento e descontando em outros e em outras situações posteriores.Durante a semana que passou experiênciei duas situações em que me vi possuído por esse sentimento. Percebo como na concepção spinosiana que 'o verdadeiro conhecimento é o conhecimento das causas', portanto, comecei a refletir acerca das origens da ira.Seria este sentimento latente na minha alma, procurando apenas ocasião para desabrochar? Ou foi apenas gerado por algum objeto exterior? Podemos qualificar a ira em "pura" ou "pecaminosa" conforme a noção teológica cristã, que distingue a primeira da segunda pela semelhança com a postura divina sobre o pecado ou mal, ou seja: a ira só é valida se é voltada contra o pecado, do contrário deve ser negada(mortificação do eu). Estaria correto a metodologia de reprimir as paixões conforme a ética platônica e aconcepção paulina, nesse caso negando a ira? Justifica-se um sentimento que faz mais mal a nós do que a pessoa com quem estamos irado? Como lidar de forma adequada com ela? Nega-la não seria na verdade afirma-la? Ignora-la não a tornaria mais forte? O que nos deixa muito irado? É razoável a ira que manifestamos? Essas são perguntas que podemos fazer a nós mesmos...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-1254636158251200007?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/1254636158251200007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=1254636158251200007' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/1254636158251200007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/1254636158251200007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/09/ira-razovel.html' title='Ira, é razoável?'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RtnsE9V7_gI/AAAAAAAAACg/jvDev8nj5HY/s72-c/CA2N8DE9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-6776056340789277580</id><published>2007-09-01T15:40:00.000-07:00</published><updated>2007-09-01T15:42:49.122-07:00</updated><title type='text'>Razão e Cristianismo</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/Rtnq2tV7_fI/AAAAAAAAACY/COiX_jEZmS8/s1600-h/bible_camp_md_wht.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5105369878206610930" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/Rtnq2tV7_fI/AAAAAAAAACY/COiX_jEZmS8/s320/bible_camp_md_wht.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em teologia aprendemos que ao ser criado, o homem tinha inteligência suficiente para pensar, raciocinar e falar, para tirar conclusões e tomar decisões. Isso nos leva a entender o sentido das palavras 'imagem e semelhança' divina.Em outras palavras, o homem era um ser racional. Nisso ele diferia de todos os animais irracionais, cujo principal principio motor é o chamado instinto. Instinto é uma propensão anterior à experiência e independente da instrução. É um impulso cego e não-meditativo que leva os animais a fazer certas coisas sem saberem por que o fazem e sem se importarem em melhorar a maneira de fazê-las. Por conseguinte, os atos instintivos dos animais se processam com inalterável uniformidade, não havendo melhoria neles. De todos os animais inferiores temos de dizer que são irracionais. A diferença entre eles e o homem é tão grandemente afastada como os polos. Isso é evidente porque os homens são objetos próprios do governo moral, e sem uma natureza racional não poderiam ser considerados responsáveis. Os governos humanos reconhecem ssa faceta da questão, pois não reponsabilizam idiotas ou lunáticos. O motivo disso é que nos lunáticos os poderes racionais nunca foram suficientemente desdobrados para fornecer uma base para a reponsabilidade moral. Nas Escrituras Gregas Cristãs, conforme também vemos em teologia, um dos característicos de desvio da humanidade é o comportamento animalesco, sendo designados os que seguem os instintos e não a razão, como 'animais irracionais'.Ao escrever aos cristãos de Roma, Paulo discorre acerca do 'culto racional', tão diferente das religiões de mistérios e rivais do cristianismo, sendo uma delas, o gnosticismo, que em diversas epístolas desse e de outros apóstolos foi combatida acirradamente.Parece-nos que o cristianismo em termos da relação com a razão não tem muito a dever à filosofia. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-6776056340789277580?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/6776056340789277580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=6776056340789277580' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6776056340789277580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6776056340789277580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/09/razo-e-cristianismo.html' title='Razão e Cristianismo'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/Rtnq2tV7_fI/AAAAAAAAACY/COiX_jEZmS8/s72-c/bible_camp_md_wht.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-8262452028738208319</id><published>2007-09-01T15:38:00.001-07:00</published><updated>2007-09-01T15:40:21.685-07:00</updated><title type='text'>O que é dogmatismo?</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/RtnqTNV7_eI/AAAAAAAAACQ/I5Jv6p5yUPs/s1600-h/pensa10.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5105369268321254882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/RtnqTNV7_eI/AAAAAAAAACQ/I5Jv6p5yUPs/s320/pensa10.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dogmatismo vem da palavra grega "dogma", que significa 'uma opinião estabelecida por decreto e ensinada como uma doutrina, sem contestação.' Por ser uma opinião decretada ou uma doutrina insquestionável, um dógma é tomado como uma verdade que não pode ser contestada e nem criticada, como acontece, por exemplo, na nossa vida cotidiana, quando diante de uma pergunta ou de uma dúvida que apresentamos, nos respondem: "É assim porque é assim e porque tem de ser assim."O dogmatismo é uma atitude autoritária e submissa. Autoritária porque não admite dúvida, contestação e crítica. Submissa porque se curva as opiniões estabelecidas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-8262452028738208319?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/8262452028738208319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=8262452028738208319' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/8262452028738208319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/8262452028738208319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/09/o-que-dogmatismo.html' title='O que é dogmatismo?'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/RtnqTNV7_eI/AAAAAAAAACQ/I5Jv6p5yUPs/s72-c/pensa10.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-1577434872285438315</id><published>2007-09-01T15:32:00.000-07:00</published><updated>2007-09-01T15:38:00.162-07:00</updated><title type='text'>Filósofo do mês: Arthur Schopenhauer</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/Rtnph9V7_dI/AAAAAAAAACI/LJCouPEA3us/s1600-h/schopenhauer02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5105368422212697554" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/Rtnph9V7_dI/AAAAAAAAACI/LJCouPEA3us/s320/schopenhauer02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"A vida é curta, mas a verdade vai longe e tem vida longa; falemos a verdade." &lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Nada é mais provocante, quando estamos discutindo com um homem usando reflexões e explicações e fazendo esforços para convencê-lo, do que descobrir, no final das contas, que ele não quer compreender, que temos que nos entender com a vontade dele."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"A compreensão do mais estúpido dos homens, se torna aguçada quando se trata de objetos queinteressam de perto aos seus desejos."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Nosso espírito é um ser de uma natureza realmente indestrutível, e sua atividade continua de eternidade a eternidade. É como o sol, que parece se pôr aos nossos olhos terrenos, mas que, na realidade, nunca se põe, antes brilhando sem cessar."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"A verdadeira filosofia da história está em perceber que, em todas as intermináveis mudanças e heterogênea complexidade de eventos, é apenas o mesmíssimo ser inalterável que está diante de nós, que hoje persegue os mesmos fins que perseguia ontem e perseguirá sempre. O filósfo histórico tem, por isso, de reconhecer o caráter idêntico em todos os eventos(...), e, apesar de toda a variedade de circunstâncias especiais, de trajes, condutas e costumes, ver em toda parte a mesma Humanidade.(...)Ter lido Heródoto é, do ponto de vista filosófico, ter estudado bastante história.(...)O tempo todo e em toda parte o verdadeiro símbolo da natureza é o circulo, porque ele é o plano ou tipo de recorrência." &lt;/div&gt;&lt;div&gt;"A paixão satisfeita leva com freqüência à infelicidade do que à felicidade. Porque suas exigências muitas vezes conflitam tanto com o bem-estar pessoal do interessado, que o prejudicam." &lt;/div&gt;&lt;div&gt;"...se todos os males fossem eliminados e a luta acabasse de todo, o tédio se tornaria tão intolerável quanto a dor."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"...quanto mais distintamente o homem sabe- quanto mais inteligente ele for-, mais dor ele terá; o homem dotado de gênio sofre mais do que todos os outros."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Os homens estão mil vezes mais preocupados em ficarem ricos do que em adquirirem cultura, embora seja inteiramente certo do que aquilo que um homem é contribui mais para sua felicidade do que aquilo que ele tem."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"nada nos protegerá tanto da compulsão externa quanto o controle de nós mesmos." &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-1577434872285438315?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/1577434872285438315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=1577434872285438315' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/1577434872285438315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/1577434872285438315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/09/filsofo-do-ms-arthur-schopenhauer.html' title='Filósofo do mês: Arthur Schopenhauer'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/Rtnph9V7_dI/AAAAAAAAACI/LJCouPEA3us/s72-c/schopenhauer02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-7794088177377835235</id><published>2007-09-01T15:27:00.000-07:00</published><updated>2007-09-01T15:32:13.117-07:00</updated><title type='text'>Diversão não é o ápice!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RtnoY9V7_cI/AAAAAAAAACA/YVAeUgKH4v0/s1600-h/405482016.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5105367168082247106" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RtnoY9V7_cI/AAAAAAAAACA/YVAeUgKH4v0/s320/405482016.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Divertimento faz parte da vida, mas não é tudo. É notório a futilidade daqueles que vêem no divertimento o 'ápice' da existência. Tal resulta no entorpecimento da mente e um viver pobre de significados mais profundos, constituindo indivíduos alienados, e não agentes trensformadores. Tendo isso em mente, deixo abaixo um pequenino trecho do livro 'Pensamentos' de Blaise Pascal que trata do assunto.'A única coisa que nos consola de nossas misérias é o divertimento, e, no entanto, essa é a maior das nossas misérias. É isso que nos impede, prinicipalmente, de pensar em nós, e que insensivelmente nos perde. Sem isso, estaríamos desgostosos, e esse desgosto nos levaria a buscar um modo mais sólido de sair dele. Mas o divertimento nos contenta e nos conduz insensivelmente à morte.' &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-7794088177377835235?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/7794088177377835235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=7794088177377835235' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/7794088177377835235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/7794088177377835235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/09/diverso-no-o-pice.html' title='Diversão não é o ápice!'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RtnoY9V7_cI/AAAAAAAAACA/YVAeUgKH4v0/s72-c/405482016.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-6204291454571821874</id><published>2007-08-03T15:22:00.000-07:00</published><updated>2007-08-03T15:27:36.313-07:00</updated><title type='text'>Vida, será que a valorizamos?</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOr0I63H-I/AAAAAAAAAB4/HnnxX8a2ImM/s1600-h/images3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094604515722076130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOr0I63H-I/AAAAAAAAAB4/HnnxX8a2ImM/s320/images3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No livro 'Guia da Ética para o Homem Comum' o teólogo William Barclay escreve: "Visto que o homem foi feito à imagem de Deus, então tirar-llhe a vida significa destruir a coisa mais preciosa e santa do mundo." Sem levar em consideração a questão religiosa, podemos extrair da frase um ponto muito interessante. Vida -'a coisa mais preciosa do mundo'. Pergunto: É assim que nós pensamos? É a vida realmente a coisa mais preciosa do mundo? A julgar pelo comportamento das pessoas, fica claro que muitas não concordam com o teólogo. Milhões de vida foram tiradas e estão sendo extinguidas sem dó nem piedade por pessoas com alvos egoístas e sem consideração pelo bem-estar do próximo. Basta olharmos as duas grandes guerras mundiais, o ataque as torres gêmeas norte-americanas e o atual conflito no Iraque. Vale lembrar uma célebre frase de Immanuel Kant - "Todo homem deve ser respeitado como um fim absoluto em si mesmo; e constitui-se um crime contra a dignidade que lhe pertence como ser humano usá-lo como simples meio para alguma finalidade externa."&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gazzag.com/denunciation?op=select&amp;context=post&amp;amp;amp;idforum=210878&amp;amp;idpost=1645648"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-6204291454571821874?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/6204291454571821874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=6204291454571821874' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6204291454571821874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6204291454571821874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/08/vida-ser-que-valorizamos.html' title='Vida, será que a valorizamos?'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOr0I63H-I/AAAAAAAAAB4/HnnxX8a2ImM/s72-c/images3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-4969905641973268545</id><published>2007-08-03T15:12:00.000-07:00</published><updated>2007-08-03T15:34:46.680-07:00</updated><title type='text'>Filósofo do mês: Baruch Spinoza</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOqbo63H9I/AAAAAAAAABw/dwnvQefK56c/s1600-h/spinosa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094602995303653330" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOqbo63H9I/AAAAAAAAABw/dwnvQefK56c/s320/spinosa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOpMY63H8I/AAAAAAAAABo/0c2zRelMCPI/s1600-h/spinosa.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Com efeito, as coisas que ocorrem mais na vida e são tidas pelos homens como o supremo bem resumem-se, ao que se pode depreender de suas obras, nestas três: as riquezas, as honras e a concupiscência. Por elas a mente se vê tão distraída que de modo algum poderá pensar em qualquer outro bem. Realmente, no que tange à concupiscência, o espírito fica por ela de maneira possuído como se repousasse num bem, tornando-se de todo impossibilitado de pensar em outra coisa; mas após a sua fruição, segue-se a maior das tristezas, a qual, se não suspende a mente, pelo menos a perturba e a embota.Também procurando as honras e as riquezas, não pouco a mente se distrai, mormente quando são buscadas apenas por si mesmas, porque então serão tidas como o supremo bem, (...), a honra representa um grande impedimento pelo fato de precisarmos, para conseguí-la adaptar a nossa vida à opinião dos outros, a saber, fugindo do que os homens em geral fogem e buscando o que vulgarmente procuram.(...)Em verdade aquilo que o vulgo segue não só não traz nenhum remédio para a consevação de nosso ser mas até o impede e freqüentemente é causa de morte para aqueles que o possuem e sempre causa de perecimento para os que são possuídos por isso. Existem, de fato, muitos exemplos dos que, por causa de suas riquezas, sofreram a perseguição até a morte, e também daqueles que, para ajuntar tesouros, se expuseram a tantos perigos que afinal pagaram com a vida a pena de sua tolice. Nem menos numerosos são os exemplos dos que, para conseguir a honra ou defendê-la, muitíssimo sofreram. Por último, há inúmeros exemplos dos que aceleraram a sua morte pelo excesso de concupiscência.(...) O maior bem é o conhecimento da união da mente com a natureza.(...) Quanto mais a gente sabe, melhor compreende suas forças e a ordem da natureza; quanto mais compreende suas forças ou seu poder, melhor será capaz de dirigir a si mesma e estabelecer as leis para si mesma; e quanto compreender a ordem da natureza, mais facilmente terá condições de libertar-se de coisas inúteis; o método é este." (Spinoza - Tratado da Correção do Intelecto, páginas 108-110) &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-4969905641973268545?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/4969905641973268545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=4969905641973268545' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/4969905641973268545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/4969905641973268545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/08/filsofo-do-ms-baruch-spinosa.html' title='Filósofo do mês: Baruch Spinoza'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOqbo63H9I/AAAAAAAAABw/dwnvQefK56c/s72-c/spinosa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-8008126397818908819</id><published>2007-08-03T15:10:00.000-07:00</published><updated>2007-08-03T15:12:03.420-07:00</updated><title type='text'>A diversão não é o ápice!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOoLI63H7I/AAAAAAAAABg/DLsKPbIKkiQ/s1600-h/p05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094600512812556210" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOoLI63H7I/AAAAAAAAABg/DLsKPbIKkiQ/s320/p05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Divertimento faz parte da vida, mas não é tudo. É notório a futilidade daqueles que vêem no divertimento o 'ápice' da existência. Tal resulta no entorpecimento da mente e um viver pobre de significados mais profundos, constituindo indivíduos alienados, e não agentes trensformadores. Tendo isso em mente, deixo abaixo um pequenino trecho do livro 'Pensamentos' de Blaise Pascal que trata do assunto.'A única coisa que nos consola de nossas misérias é o divertimento, e, no entanto, essa é a maior das nossas misérias. É isso que nos impede, prinicipalmente, de pensar em nós, e que insensivelmente nos perde. Sem isso, estaríamos desgostosos, e esse desgosto nos levaria a buscar um modo mais sólido de sair dele. Mas o divertimento nos contenta e nos conduz insensivelmente à morte.' &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-8008126397818908819?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/8008126397818908819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=8008126397818908819' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/8008126397818908819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/8008126397818908819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/08/diverso-no-o-pice.html' title='A diversão não é o ápice!'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOoLI63H7I/AAAAAAAAABg/DLsKPbIKkiQ/s72-c/p05.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-6522205577011936494</id><published>2007-08-03T15:08:00.000-07:00</published><updated>2007-08-03T15:10:16.677-07:00</updated><title type='text'>A utilidade da Filosofia</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOnrY63H6I/AAAAAAAAABY/WxemFJrOipk/s1600-h/question.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094599967351709602" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOnrY63H6I/AAAAAAAAABY/WxemFJrOipk/s320/question.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O texto abaixo foi extraído do livro 'Convite à Filosofia', página 18, de Marilena Chaui, editora Ática, e vale a pena ser lido:"Qual seria, então, a utilidade da Filosofia? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às idéias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se buscar compreender a significação do mundo, da cultura, da história for útil; se conhecer o sentido das criações humanas nas artes, nas ciências e na política for útil; se dar a cada um de nós e à nossa sociedade os meios para serem conscientes de si e de suas ações numa prática que deseja a liberdade e a felicidade para todos for útil, então podemos dizer que a Filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes." &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-6522205577011936494?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/6522205577011936494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=6522205577011936494' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6522205577011936494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6522205577011936494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/08/utilidade-da-filosofia.html' title='A utilidade da Filosofia'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOnrY63H6I/AAAAAAAAABY/WxemFJrOipk/s72-c/question.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-4653941142078903212</id><published>2007-08-03T15:04:00.000-07:00</published><updated>2007-08-03T15:08:14.546-07:00</updated><title type='text'>Você é preconceituoso?</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOnRo63H5I/AAAAAAAAABQ/ob60KuMAbqg/s1600-h/depre.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094599524970078098" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOnRo63H5I/AAAAAAAAABQ/ob60KuMAbqg/s320/depre.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não faz muito tempo, me senti vítima de preconceito, em contrapartida já fui muito preconceituoso, principalmente quando estava envolvido de 'corpo e alma' com a religião. Diante disso pergunto: Como perceber que está sendo preconceiuoso?É interessantenotar que a criança, na sua mais tenra idade, não abriga preconceitos. Somente durante os anos de formação da personalidade, com as idéias implantadas pelos pais,amigos, professores, pela mídia, religião, e a sociedade em geral que começam a se abrigar as primeiras noções preconceituosas, que muitas vezes vão se prolongar pelo resto da vida. Eis então o desafio: Faça a si mesmo as perguntas abaixo, e veja se está abrigando, mesmo sem perceber, certos preconceitos:1.Será que pressuponho que as pessoas de determinada formação étnica, região ou país têm características indesejaveis, tais como estupidez, preguiça ou avareza? (Muitas vezes piadas perpetuam esse tipo de preconceito, como exemplo: piada dos portugueses).2.Tenho a tendência de responsabilizar imigrantes ou pessoas de outro grupo étnico pelos problemas econômicos ou sociais do país?3.Se na região onde vivo existe inimizade histórica em relação a um povo, permito que isso me faça ter aversão às pessoas dessa nacionalidade?4.Sou capaz de encarar cada pessoa que conheço como um indivíudo- independente da cor da pele, cultura, sexo, religião ou raça?O preconceito magoa as pessoas e causa divisões, e como ouvi certa feita "se o preconceito é filho da ignorância, o ódio é quase sempre seu neto." &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-4653941142078903212?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/4653941142078903212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=4653941142078903212' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/4653941142078903212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/4653941142078903212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/08/voc-preconceituoso.html' title='Você é preconceituoso?'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOnRo63H5I/AAAAAAAAABQ/ob60KuMAbqg/s72-c/depre.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-3834075942908048208</id><published>2007-08-03T15:00:00.000-07:00</published><updated>2007-08-03T15:04:36.340-07:00</updated><title type='text'>Os quatro níveis de aprendizagem</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOmaI63H4I/AAAAAAAAABI/SZrYD-2QIRc/s1600-h/clpc0013.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094598571487338370" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOmaI63H4I/AAAAAAAAABI/SZrYD-2QIRc/s320/clpc0013.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há um tempo atrás pude ler um artigo muito interessante sobre ensino e aprendizagem, que remetia ao psicólogo Abraham Maslow que aponta quatro níveis de aprendizagem, acredito que vocês acharão interessante e poderão aplicar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;NIVEL 1 - O ponto inicial, o nível mais baixo, onde todos começam o aprendizado, é chamado de 'ignorância insconsciente', isto é, não temos conhecimento de nada, mas estamos inconscientes disso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;NIVEL 2 - O segundo nível chama-se 'ignorância consciente', aquele em que sabemos que não sabemos. E como se chega a ter essas consciência? Em alguns casos, chegamos a ela por informação de terceiros; em outros, nós mesmos a descobrimos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;NIVEL 3 - O terceiro nível é o do 'conhecimento consciente', aquele em que temos sempre em mente um conhecimento adquirido. Quando estamos aprendendo a dirigir, por exemplo, dirigimos sempre pensando nos movimentos que temos de fazer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;NIVEL 4 - O último nível é o do 'conhecimento inconsciente', no qual dominamos tão bem certo conhecimento que nem pensamos mais nele. Depois de algum tempo de volante, entramos no carro, ligamos o motor, soltamos o freio, engrenamos as marchas e praticamos todos os atos necessários para rodar um veículo sem pensar muito neles. Aliás a maior parte do tempo em que dirigimos, pensamos em outras coisas, e não na direção. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-3834075942908048208?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/3834075942908048208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=3834075942908048208' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/3834075942908048208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/3834075942908048208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/08/os-quatro-nveis-de-aprendizagem.html' title='Os quatro níveis de aprendizagem'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOmaI63H4I/AAAAAAAAABI/SZrYD-2QIRc/s72-c/clpc0013.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-9170268628250050202</id><published>2007-08-03T14:57:00.000-07:00</published><updated>2007-08-03T15:00:22.286-07:00</updated><title type='text'>Auto-ajuda ou auto-alienação?</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOlXo63H3I/AAAAAAAAABA/oMydAbA0l4Y/s1600-h/250px-Auguste_Rodin_-_Grubleren_2005-02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094597429026037618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOlXo63H3I/AAAAAAAAABA/oMydAbA0l4Y/s320/250px-Auguste_Rodin_-_Grubleren_2005-02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Auto-ajuda ou auto-alienação???Ficamos indignados quando alguém atribui a pobreza, o desemprego e o sofrimento a "vontade de Deus", ou quando de forma racista diz de uma maneira mais impessoal que a "natureza fez alguns superiores e outros inferiores".Mas o que particularmente me deixa irritado é quando um instrumento de alienação ataca outro. Falo da auto-ajuda, esse sistema que tem servido ao capitalismo e enriquecido homens como o excêntrico Lair Ribeiro. Nas livrarias essa subcultura são as da mais vendidas, juntas com as do "mago" Paulo Coelho.É interessante notar que o sistema de auto-ajuda trás severas críticas a religião e aos limites supostamente impostos pela natureza, porém, de forma astuciosa consegue implantar uma outra forma de alienação. Veja o que diz o livro 'Convite a filosofia', página 172:"(...)quando alguém diz que uma pessoa é pobre porque quer, porque é preguiçosa, ou perdulária, ou ignorante, está imaginando que somos o que somos somente por nossa vontade, como se a organização e a estrutura da sociedade, da economia, da política não tivesse qualquer peso sobre nossas vidas.(...)Há uma dupla alienação: por um lado, os homens não se reconhecem como agentes e autores da vida social com suas instituições, mas, por outro lado e ao mesmo tempo, julgam-se indivíduos plenamente livres, capazes de mudar suas vidas individuiais como e quando quiserem, apesar das instituições sociais e das condições históricas. No primeiro caso, não percebem que instituem a sociedade; no segundo caso, ignoram que a sociedade instituida determina seus pensamentos e ações..."Portanto ao invés de lermos auto-ajuda que tal lermos 'filosofia' que nos induz a uma auto-crítica? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-9170268628250050202?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/9170268628250050202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=9170268628250050202' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/9170268628250050202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/9170268628250050202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/08/auto-ajuda-ou-auto-alienao.html' title='Auto-ajuda ou auto-alienação?'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/RrOlXo63H3I/AAAAAAAAABA/oMydAbA0l4Y/s72-c/250px-Auguste_Rodin_-_Grubleren_2005-02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-2851097993368024705</id><published>2007-07-20T14:49:00.001-07:00</published><updated>2007-07-20T15:12:02.817-07:00</updated><title type='text'>A necessidade da Filosofia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqEzISg1FBI/AAAAAAAAAAM/xtuJ0PVt4l0/s1600-h/inte.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqEzISg1FBI/AAAAAAAAAAM/xtuJ0PVt4l0/s320/inte.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089405271406875666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É interessante notar que o ser humano tem por natureza o desejo de entender a  razão daquilo que o cerca. De fato, desejamos saber como explicar o mundo, a  existência humana, a razão do sofrimento, e até a própria capacidade inquiridora  do homem. Isso significa que num sentido mais geral todos somos filósofos. Ainda  que não de modo consciente e sistemático, todos nós queremos entender a  realidade com a qual convivemos. A diferença é que alguns são conscientes de que  é impossível não ter uma visão de mundo, e estudam mais profundamente o assunto  para melhor organizar os dados da realidade; outros, porém, formam uma visão da  realidade não sistemática, insconscientemente de seus próprios valores. Mas,  todos são obrigados a desenvolver, ainda que intuitivamente, uma teoria  interpretativa da realidade. Foi por essa razão que o filósofo Blaise Pascal  disse: "Zombar da filosofia é, em verdade, filosofar."  &lt;p id="843479" style="margin-top: 10px; visibility: hidden;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/denunciation?op=select&amp;context=post&amp;amp;amp;amp;idforum=141035&amp;amp;idpost=843479"&gt;denunciar  post &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-2851097993368024705?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/2851097993368024705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=2851097993368024705' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/2851097993368024705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/2851097993368024705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/07/necessidade-da-filosofia.html' title='A necessidade da Filosofia'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqEzISg1FBI/AAAAAAAAAAM/xtuJ0PVt4l0/s72-c/inte.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-8247573758288194122</id><published>2007-07-20T14:47:00.000-07:00</published><updated>2007-07-20T15:22:19.608-07:00</updated><title type='text'>Sabedoria Oriental</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqE1kSg1FHI/AAAAAAAAAA4/4G7mzf3UH6U/s1600-h/CAERF4HW.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqE1kSg1FHI/AAAAAAAAAA4/4G7mzf3UH6U/s320/CAERF4HW.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089407951466468466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma vez perguntaram a Confucio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que mais o surpreende na humanidade?&lt;br /&gt;E ele respondeu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os homens que perdem a saúde para juntar dinheiro  e depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por pensarem  ansiosamente no futuro, esquecem o presente de tal forma que acabam por nem  viver no presente, nem no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivem como se nunca fossem morrer e  morrem como se nunca tivessem vivido..."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-8247573758288194122?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/8247573758288194122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=8247573758288194122' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/8247573758288194122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/8247573758288194122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/07/sabedoria-oriental.html' title='Sabedoria Oriental'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqE1kSg1FHI/AAAAAAAAAA4/4G7mzf3UH6U/s72-c/CAERF4HW.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-882342585623294013</id><published>2007-07-20T14:45:00.001-07:00</published><updated>2007-07-20T15:14:22.279-07:00</updated><title type='text'>Você é preconceituoso?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqEzrig1FCI/AAAAAAAAAAU/brwdtie4Io4/s1600-h/img_home_preconceito.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqEzrig1FCI/AAAAAAAAAAU/brwdtie4Io4/s320/img_home_preconceito.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089405876997264418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O escritor Gordon W. Allport apresenta cinco tipos de comportamentos instigados  pelo preconceito. Quem é preconceituoso geralmente apresenta um ou mais desses  tipos de comportamentos. Vale lembrar que o preconceito além de tocar na questão  racial, também toca na religiosa, na social, na política, econômica, biológica e  sexual.Que tal nos avaliarmos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.Comentários negativos. Falar  depreciativamente sobre o grupo do qual a pessoa não gosta.&lt;br /&gt;2.Evasão.  Abominar estar na presença de alguém daquele grupo.&lt;br /&gt;3.Discriminação. Excluir  membros do grupo malquisto de certos tipos de emprego, moradia ou privilégios  sociais.&lt;br /&gt;4.Agressão física. Participar na violência cujo objetivo é intimidar  as pessoas que se passa a odiar.&lt;br /&gt;5.Extermínio. Participar em linchamentos,  massacres ou programas de extermínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço!  &lt;p id="844667" style="margin-top: 10px; visibility: hidden;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/denunciation?op=select&amp;context=post&amp;amp;amp;amp;idforum=141191&amp;amp;idpost=844667"&gt;denunciar  post &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-882342585623294013?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/882342585623294013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=882342585623294013' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/882342585623294013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/882342585623294013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/07/voc-preconceituoso.html' title='Você é preconceituoso?'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqEzrig1FCI/AAAAAAAAAAU/brwdtie4Io4/s72-c/img_home_preconceito.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-6644292432977603379</id><published>2007-07-20T14:42:00.000-07:00</published><updated>2007-07-20T15:17:03.639-07:00</updated><title type='text'>As possibilidades de Spinosa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqE0Uyg1FEI/AAAAAAAAAAk/ynD5xfKgU4k/s1600-h/spinosa.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqE0Uyg1FEI/AAAAAAAAAAk/ynD5xfKgU4k/s320/spinosa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089406585666868290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Havia duas possibilidades...a primeira era ser desonesto para consigo mesmo e  não 'escandalizar' a comunidade em que estava inserido, e na qual desde a mais  tenra idade havia aprendido de seus costumes, tradições e concepções morais; a  outra seria ser ele quem realmente era, expor no que de fato acreditava,  exprimir o que sentia no fundo de sua alma, e viver em conformidade com suas  idéias. Decidiu pela segunda, e o resultado foi a expulsão e o terrível  desprezo, que repercutiu nas palavras do texto de excomunhão da comunidade  judaica de Amsterdam em 27 de julho de 1.656:&lt;br /&gt;"Pela decisão dos anjos e  julgamento dos santos, excomungamos, expulsamos, execramos e maldizemos Baruch  de Spinosa...Maldito seja de dia e de noite;(...)Ordenamos que ninguém mantenha  com ele comunicação oral ou escrita, que ninguém lhe preste favor algum, que  ninguém permaneça com ele sob o mesmo teto ou a menos de quatro  jardas(...)."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para refletir: E quanto a nós? Estamos dispostos a sofrer  pelos nossos ideais? Lutamos por aquilo que acreditamos ou aceitamos  passivamente aquilo que nos é imposto? Tememos ser quem somos para agradar as  pessoas, ou buscamos nossa felicidade independente das reações contrárias? O que  é realmente mais importante: sermos felizes por estarmos de acordo com nós  mesmos, ou infelizes por estarmos de acordo com os outros?&lt;br /&gt;A vida é uma só:  portanto não sacrifique sua felicidade!  &lt;p id="1079458" style="margin-top: 10px; visibility: hidden;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/denunciation?op=select&amp;context=post&amp;amp;amp;amp;idforum=164186&amp;amp;idpost=1079458"&gt;denunciar  post &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-6644292432977603379?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/6644292432977603379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=6644292432977603379' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6644292432977603379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6644292432977603379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/07/as-possibilidades-de-spinosa.html' title='As possibilidades de Spinosa'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqE0Uyg1FEI/AAAAAAAAAAk/ynD5xfKgU4k/s72-c/spinosa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-6371590733780476276</id><published>2007-07-20T14:39:00.000-07:00</published><updated>2007-07-20T15:15:56.311-07:00</updated><title type='text'>A experiência de Schopenhauer</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqE0DSg1FDI/AAAAAAAAAAc/R7tnGFpjm38/s1600-h/schopenhauer02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqE0DSg1FDI/AAAAAAAAAAc/R7tnGFpjm38/s320/schopenhauer02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089406285019157554" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ele havia idealizado para seu filho uma próspera carreira comercial, tendo isso  em mente propôs uma série de viagens que seria importante para um futuro  comerciante. Quem sabe que com aqueles "novos ares" seu filho tomaria gosto  pelos negócios, e seu sonho poderia ser finalmente realizado?Alemanha, França,  Inglaterra, Holanda, Suiça, Silésia e Áustria foram lugares visitados nesse  percurso. Mas o jovem Arthur Schopenhauer via mais longe, não podia se enquadar  no sistema, e o que de mais interessante fez nessas viagens foi redigir uma  série de considerações melancólicas e pessimistas sobre a miséria da condição  humana. Apesar de ter sido obrigado a entrar e cursar uma escola comercial, com  a morte do pai(provavelmente suicídio), abandonou-a, e voltou-se a carreira  universitária, dedicando-se aos estudos humanísticos como era seu desejo.Para  muitos sua decisão era pura loucura, afinal não é sempre que se tem uma  oportunidade de "berço" para ingressar no mundo dos negócios. De fato, o  espírito elevado do filósofo não poderia ser confinado ao material e temporal,  mas deveria dar vôos maiores, adentrar em novos horizontes e revolucionar o  mundo dos pensamentos. Schopenhauer estava disposto a pagar o preço!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para  conhecer um pouco mais da biografia e filosofia de Schopenhauer leia os  livros:&lt;br /&gt;Os Pensadores - História da Filosofia, Will Durant - Ed.Nova  Cultural&lt;br /&gt;Os Pensadores - Schopenhauer - Ed.Nova Cultural&lt;br /&gt;Dores do Mundo -  Ed. Ediouro&lt;br /&gt;Mundo como Vontade e Representação- Ed.Ediouro&lt;br /&gt;Aforismos sobre  filosofia da vida - Ed.Ediouro&lt;br /&gt;Filosofia de Schopenhauer - Will Durant - Ed.  Ediouro&lt;br /&gt;LIvre-Arbítrio - Ed.Ediouro&lt;br /&gt;Vontade de Amar - Ed.Ediouro  &lt;p id="1974217" style="margin-top: 10px; visibility: hidden;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/denunciation?op=select&amp;context=post&amp;amp;amp;amp;idforum=233750&amp;amp;idpost=1974217"&gt;denunciar  post &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-6371590733780476276?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/6371590733780476276/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=6371590733780476276' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6371590733780476276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/6371590733780476276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/07/experincia-de-schopenhauer.html' title='A experiência de Schopenhauer'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqE0DSg1FDI/AAAAAAAAAAc/R7tnGFpjm38/s72-c/schopenhauer02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4892261094949018729.post-2290873150975250872</id><published>2007-07-20T14:13:00.000-07:00</published><updated>2007-07-20T15:18:35.491-07:00</updated><title type='text'>Filósofo do mês: Santo Agostinho</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqE0ryg1FFI/AAAAAAAAAAs/Lr5bgI9dAqE/s1600-h/santo_agostinho.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqE0ryg1FFI/AAAAAAAAAAs/Lr5bgI9dAqE/s320/santo_agostinho.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089406980803859538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O que é o Tempo?&lt;br /&gt;"...Que é, pois, o tempo? Quem poderá explicá-lo clara e brevemente? Quem o poderá apreender, mesmo só com o pensamento, para depois nos traduzir por palavras o seu conceito? E que assunto mais familiar e mais batido nas nossas conversas do que o tempo? Quando dele falamos, compreendemos o que dizemos. Compreendemos também o que nos dizem quando dele nos falam. O que é, por consequinte, o tempo? Se ninguém mo perguntar, eu sei se o quiser explicar a quem me fizer a pergunta, já não sei. Porém, atrevo-me a declarar, sem receio de contestação, que, se nada sobreviesse, não haveria tempo futuro, e se agora nada houvesse, não existiria o tempo presente.&lt;br /&gt;De que modo existem aqueles dois tempos - o passado e o futuro - se o passado já não existe e o futuro ainda não veio? Quanto ao presente, se fosse sempre presente, e não passasse para o pretérito, já não seria tempo, mas eternidade. Mas se o presente, para ser tempo, tem necessariamente de passar para o pretérito, como podemos afirmar que ele existe, se a causa da sua existência é a mesma pela qual deixará de existir? Para que digamos que o tempo verdadeiramente existe, porque tende a não ser?" (Os Pensadores, Confissões, Santo Agostinho,página 322)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4892261094949018729-2290873150975250872?l=universodesofos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://universodesofos.blogspot.com/feeds/2290873150975250872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4892261094949018729&amp;postID=2290873150975250872' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/2290873150975250872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4892261094949018729/posts/default/2290873150975250872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://universodesofos.blogspot.com/2007/07/filsofo-do-ms-santo-agostinho.html' title='Filósofo do mês: Santo Agostinho'/><author><name>Fabio de Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17910995333237628650</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/R6DRXMgFrkI/AAAAAAAAAD0/ane6dpImE3k/S220/018.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_39YExeRG-fI/RqE0ryg1FFI/AAAAAAAAAAs/Lr5bgI9dAqE/s72-c/santo_agostinho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
